A Honda CG 160 2017 possui duas versões, sendo elas a CG 160 Titan e a CG 160 Fan.

Não tem jeito, tem que gente que é totalmente apaixonada por motos, pois esses veículos de duas rodas oferecem grandes aventuras, além de praticidade e economia. Se você se encontra entre os milhares de brasileiros adeptos de duas rodas, continue lendo este artigo e conheça tudo sobre a Honda CG 160, que dá um show de modernidade.

Se a primeira impressão é mesmo a que fica, a CG 160 da Honda já impressiona pelo seu design moderno, principalmente na parte do tanque. Sua carenagem apresenta um aspecto mais agressivo que a coloca semelhante às motocicletas de maior cilindrada.

Conheça a CG 160 da Honda e saiba tudo o que as suas versões Titan e Fan têm a oferecer.

As modernas rodas possuem 5 aros, que dão a ela um aspecto mais esportivo. Aliás, todas as mudanças para 2017 ocorreram mais na área visual em que ficou notável a pretensão da marca de conquistar primeiramente pelo visual.

A Honda CG 160 2017 ainda possui duas versões, sendo elas a CG 160 Titan e a CG 160 Fan.

As duas versões trabalham com o mesmo motor e com praticamente as mesmas mudanças.

O maior diferencial entre uma e outra está no fato de que uma trabalha com carburador e a outra com injeção eletrônica.

Além disso, a moto CG Titan é equipada com sistema de freios CBS e com alça removível, enquanto que a versão CG Fan já é fabricada com rodas liga leve.

As versões divulgadas para o ano de 2017 ganharam duas cores novas, além, claro de uma versão especial, em razão da comemoração de aniversário dos 40 anos em que a Honda está no Brasil. Nesse sentido a motocicleta é tida branca com as rodas douradas, o que lhe dá um destaque incomparável.

Contudo, mesmo apresentando apenas mudanças visuais as versões receberam pequenos reajustes em seus preços.

Nesse sentido a Fan 160 está custando R$ 7.990,00, enquanto a versão Titan está saindo por R$ 9.290,00. Sendo que no ano de 2016 já havia sido feito um ajuste em seus preços.

De qualquer modo, independente do reajuste que tiveram, as versões da Honda CG 160 já conquistaram e prometem continuar conquistando muitos admiradores e adeptos.

Se você deseja saber mais detalhes sobre as versões acesse o site da Honda em www.honda.com.br/motos/cg-160-titan.

Por Sirlene Montes

Honda CG 160

Honda CG 160

Fotos: Divulgação


O modelo 2017 deve chegar com algumas diferenciações, como o próprio farol, que no centro possui uma divisão e a máscara também possui um tamanho maior. Além das carenagens que apresentam um recorte maior, onde os vincos são mais marcantes.

Pilotar uma moto é uma das atividades mais prazerosas que existem, principalmente para quem gosta de viver uma experiência de aventura, tanto no asfalto das grandes cidades, quanto nas estradas dotadas de grandes curvas.

E se o assunto for sobre uma motocicleta que seja leve, que ofereça agilidade e muito torque, é claro que o assunto é a Duke 390, que foi sucesso em 2016. E para 2017, a motocicleta promete mudanças ainda melhores. A motocicleta ainda não foi oficialmente apresentada, mas ainda de dentro de sua montadora em Bajaj, Índia, a KTM apresenta detalhes que lembram a 1290 Super Duke R.

Enquanto o modelo 2016 possui o farol mais alongado, e um marcante visual definido por linhas angulosas, o modelo 2017 deve chegar com algumas diferenciações, como o próprio farol, que no centro possui uma divisão e a máscara também possui um tamanho maior. Além das carenagens que apresentam um recorte maior, onde os vincos são mais marcantes.

Por sua vez, essa versão traz freio e embreagem que podem ser ajustados nos manetes. Como novidade ao que se sabe até o momento é que a KTM vem equipada com um disco de freio de tamanho maior na parte dianteira, embreagem do tipo deslizante, sistema de escape atualizado e um acelerador eletrônico tipo “ride-by-wire”. Já o seu painel, que foi bastante criticado, recebeu um visor que oferece mais visibilidade.

A KTM 390 DUKE é sem dúvidas uma excelente opção para os admiradores de motocicletas, pois ela se adapta a diversas situações, oferecendo ao piloto prazer em guiá-la e muita agilidade. Pois se caracteriza por ser uma motocicleta leve, com muitos recursos tecnológicos. Oferendo aos seus ocupantes muita emoção em viagens dentro da cidade e em estradas de muitas curvas. Além de oferecer um baixo consumo de combustível, em uma boa velocidade.

Enfim, a KTM 390 DUKE que deve chegar em 2017 promete surpreender muita gente com seu novo visual. Apesar de seu leve peso, sua eficiência pode ser facilmente comparada às motos mais robustas. Diante disso, os amantes de motocicletas podem ficar na expectativa de sua chegada em 2017.

Com certeza a KTM 390 DUKE em seus modelos 2017 irá conquistar a admiração de muitos.

Por Sirlene Montes

KTM 390 Duke 2017

Fotos: Divulgação


Nova moto da Indian pode ser encontrada com preços que variam de R$ 91.990 a R$ 94.990.

A fabricante Indian, de motocicletas, está fechando o ano de 2016 com chave de ouro. Tudo isso é por conta do lançamento da nova Indian Springfield, que é a sexta de sua linha no País e que levou esse nome para homenagear a cidade que é sede da empresa.

Já se pode encontrar nas concessionárias do Brasil as primeiras unidades em cores como: bicolor (vermelho com cinza metálico) ou somente preto brilhante. Os preços podem variar de R$ 91.990 a R$ 94.990.

Em relação as novidades da motocicleta estão a keyless, chamada também de partida sem chave, o piloto automático ou cruise control, malas laterais mais rígidas e que contam com controle remoto para travamento, monitoramento da pressão dos pneus, faróis para auxiliar, alarme, protetores cromados dos lados e plataformas na parte de trás que já vem com ajuste para a altura.

O motor é o mesmo de sua “irmã”, a Thunder Stroke, com 2 válvulas por cilindro V2 e de 1.811cc. A refrigeração é a óleo e a ar, do cilindro. O torque chega a atingir 16,5 kgf.m, em baixas rotações, como a 3 mil rpm. Uma diferença está na parte ciclística como as suas medidas de trail e caster que foram reduzidas, além de contar com guidão mais estreita, o que torna a motocicleta com cara de muito mais clássica e bem mais fácil de ser pilotada. Um de seus benefícios também está ligado a suspensão da parte de trás que vem com ajuste pneumático, que é realizado manualmente, por uma bomba, o que era até então uma exclusividade dos modelos Roadmaster e Chieftain, que estão no topo da linha da Indian.

Mesmo custando R$ 8 mil a menos que o modelo Cheftain e a mais cerca de R$ 2 mil, do que a Chief Vintage, a Nova Indian Springfield traz um painel que vem até com sistema de entretenimento e de som, chegando a ser mais completo, além de uma carenagem na frente.

Gostou da nova Indian Springfield? Qual é a sua opinião sobre ela? Comente e compartilhe conosco as suas experiências!

Por Kika Akita

Indian Springfield 2017

Indian Springfield 2017

Fotos: Divulgação


Modelo conta com um motor potente herdado da Speed Triple R, porém com mais economia, que pode chegar a 8%.

A marca britânica de motocicletas Triumph pode ter comemorado no ano de 2002 os seus 100 anos de existência, mas nem todos sabem que a empresa é mais antiga do que isso. A marca nasceu na última década do século XIX que na época comercializava apenas máquina de costura, fato que ocorreu até a ida do alemão Siegfried Bettmann para a Inglaterra.

Lá o alemão notou o aumento na produção e procura por motocicletas e então no ano de 1902 a primeira moto foi produzida pela marca carregando o nome de nº 1, que mais parecia um bicicleta com motores.

Com o passar dos anos a empresa foi se aprimorando, criando inclusive motos mais populares, mas sempre mantendo como destaque seus motores e partes elétricas de qualidade e eficiência. A empresa chegou até a iniciar a fabricação de automóveis, dividindo então a fábrica em dois segmentos, porém o seu ponto forte foi sem as motocicletas.

E foi assim com tantos anos e experiências que a marca chegou na criação da Triumph Tiger Sport que está sendo montada na região de Manaus e que conta com um motor potente herdado da Speed Triple R, porém com mais economia, que pode chegar a 8%. Outro item novo e importante é a redução da força para o acionamento da embreagem que ficou até 48% mais leve do que a antiga.

O seu visual mantêm o padrão antigo apenas foi renovado em alguns itens como os bancos, a bolha dianteira, os grafismos e o escapamento.

O novo modelo adquiriu modos de potência dos motores, controle de elevação das rodas, cruise control e protetores de mão.

Um ponto destacado pela marca foi o acelerador eletrônico Ride-by-Wire que atenderá exatamente a proposta do lançamento, já que a proposta do projeto foi para o uso diário na cidade e viagens de finais de semana gerando um melhor aproveitamento da parte do piloto.

A Tiger estará disponíveis nas cores: Preto mate com detalhes em amarelo neon ou prata brilhante com detalhes em vermelho. Seu valor está estimado em aproximadamente R$ 53.000,00.

Por Bruna Tabara dos Santos

Triumph Tiger Sport


A Honda Africa Twin se destacou no item de agilidade com média de 9,5 contra 8,8 obtidos em outros modelos.

A empresa Duas Rodas criou desde 1998 o prêmio Moto do Ano onde jornalistas especializados em diversos tipos de veículos analisam e julgam as melhores motos produzidas durante os últimos 12 meses subsequente ao prêmio.

A avalição é realizada em mais de dez categorias, entre elas: custom, trail, naked,entre outras. A moto que possuir uma média acima de todas as outras é eleita a campeã!

O evento atualmente é tão grandioso e conhecido que chega a receber mais de 50 modelos de motos por ano.

Neste ano o evento ocorreu no dia 22 de novembro de 2016, na noite de uma terça–feira, que reuniu 60 concorrentes ao grande prêmio e após dois dias de testes com as motos, os jornalistas deram suas notas em 7 quesitos para cada concorrente.

A Honda Africa Twin se destacou no item de agilidade com média de 9,5 contra 8,8 obtidos em outros modelos. Dentre todos os itens, este foi o desempate para que a Honda saísse na frente até mesmo da vencedora consecutiva dos dois últimos eventos realizados, a Kawasaki. O detalhamento das notas estará disponível na edição de novembro da Duas Rodas, podendo ser acessada por via impressa ou por aplicativos via celulares ou tablets.

Mas o que fez a Honda Africa Twin ser a campeã deste evento tão concorrido?

A empresa apostou em um mix de modelos da década 80: XRV650 e XRV750 Africa Twin, modelos que conquistaram 4 títulos consecutivos pela Rally Dakar.

A versão moderna traz a mesma força e natureza da versão anterior, porém com peso reduzido e um manuseio mais prático, feito especialmente para o dia a dia.

Um ponto que a fábrica destaca é a estabilidade da motocicleta graças a alguns ajustes feitos como a bateria alocada próxima ao cabeçote que fez o centro de gravidade ser mais baixo, tornando o seu ponto de equilíbrio mais forte.

Por Bruna Tabara dos Santos

Honda Africa Twin


Os novos modelos foram apresentados no Salão Internacional de Milão de 2015 e já estão à venda no Brasil.

Os modelos XDiavel e XDiavel S da Ducati já estão à venda e puderam ser vistos inicialmente, em um Road Show pelo Brasil.

Os novos modelos foram apresentados no Salão Internacional de Milão, em novembro de 2015, ganhando o prêmio de “A mais bela moto” em meio a todos os lançamentos mundiais.

A cruiser com motor Ducati Testastretta de 1.262 cc L-Twin, tem comando com válvulas variáveis DVT. Ela despeja 156 cv a 9.500 rpm, com um torque de 13,35 kgf.m a 5.000 rpm, e se conserva até os 7.500.

O peso da moto quando está abastecida é de 247 kg. Com câmbio de 6 marchas ela tem a embreagem deslizante. A injeção de combustível é da Bosch e acelerador eletrônico.

Além dessas tecnologias, a possante ainda apresenta Unidade de Medição Inercial da Bosch, para medir vários recursos eletrônicos. Esse sistema é capaz de ler a velocidade da roda quando a moto se inclina, a pressão feita pelos freios e aceleração, isso recebe o nome de “Cornering ABS”.

A Ducati controla bem a tração, estabilidade e assistente para ladeiras pode manter a roda de trás no chão, caso haja uma frenagem brusca. O modelo ainda consegue manter a estabilidade em caso de uma curva se o piloto precisar frear, não permitindo que a moto escorregue em caso de aceleração brusca.

O piloto automático possui 3 modos de pilotagem e 8 níveis para controlar a tração. Seu chassi é feito em quadro de treliça em aço tubular, com entre eixos comprido e o banco baixo. Rodas em aro 17 com pneus modelo Diablo Rosso II, da Pirelli.

Novo farol em LED, no guidão tem botões de controle iluminados. A capacidade de seu tanque de combustível é para 18 litros.

A nova versão sem o S, pode ser encontrada na cor preta fosca e grafite no quadro e nas rodas. E com S vem na cor preto brilhante, uma linha vermelha atravessando o tanque e quadro cinza com rodas pretas.

A Ducati brasileira conseguiu importar 70 unidades da XDiavel e já vendeu 20 dos modelos S que trouxe pelo valor de R$ 85.900 e as mais simples podem ser encontradas por R$ 74.900. Os modelos têm dois anos de garantia e revisão a cada 15 mil km rodados.

Por Ruth Galvão

 

Ducati XDiavel


Fazer um seguro para moto é muito importante. Saiba como ele é calculado e quais são os tipos.

A moto é uma paixão nacional desde que começou a ser fabricada e vendida no Brasil por volta dos anos 70. Isso acontece porque, no geral, as motos são mais rápidas que os carros, rodam mais com menos combustível, são mais baratas, etc. No entanto, as motos estão mais vulneráveis a roubos, por falta de estacionamentos seguros e, além disso, exigem muito mais cuidado do piloto. É para estes momentos que temos o seguro para moto. Mas, como é calculado o seguro para moto e quais são os tipos?

Fatores que influenciam no valor da moto:

A idade do contratante e dos moradores da residência é um fator importante, assim como os locais aonde a moto é estacionada e com que frequência ela é utilizada. Informações pessoais como o estado civil do motorista, o tempo de habilitação, o endereço e os locais que ele costuma ir de moto também são determinantes. A finalidade da moto também será importante, pois quem utiliza a moto todos os dias para compromissos como faculdade vai pagar mais caro que aqueles que utilizam o veículo apenas para esportes e hobby.

Naturalmente, outro fator importante é o tipo de cobertura:

A cobertura limitada, como o nome já diz, é algo mais “básico”, cobrindo gastos que o segurado da moto terá com furtos, incêndios e roubos. Já a cobertura compreensiva é completa, cobrindo gastos com capotagem, colisão, explosão, furtos, incêndios, raios e roubos.

O segurado tem a opção de escolher quais são os tipos de cobertura que ele deseja que tenha o seguro e eliminar, por exemplo, a cobertura de explosão. Isso pode baratear os gastos que o piloto terá na hora de contratar um seguro. No entanto, este tipo de atitude que pode ser econômica no início pode ser perigoso, pois nunca se sabe o que pode acontecer e, se um dia acontecer alguma coisa, pode ser que ele precise justamente daquilo que eliminou.

O seguro para moto não deve ser pensado como um desperdício de dinheiro com algo que nunca será utilizado, mas sim como um investimento pois, se algo acontecer, o piloto terá menos dores de cabeça e estará preparado, o que é muito importante, diga-se de passagem, pois muitos incidentes com motos podem se tornar uma verdadeira bola de neve.

Por Jéssica Lima Cochete

Seguro de moto


Piloto de moto Kenan Sofuoglu atingiu a marca histórica de 400 km/h com a Kawasaki Ninja H2R.

O piloto de moto Kenan Sofuoglu nascido na Turquia conseguiu levar a Kawasaki Ninja H2R atingir uma velocidade de 400 km/h em uma ponte do no seu país natal. O recorde ocorreu no dia 30 de junho de 2016, em uma nova ponte que fica no Golfo de Izmit, a qual estava tendo sua inauguração a 50 km da cidade de Istambul.

Para que o piloto Sofuoglu, que é campeão do mundo de Supersport, fizesse tal façanha, a referida ponte teve de ser fechada, para que o mesmo pudesse acelerar a motocicleta e atingir uma marca histórica.

A grande preocupação dos organizadores era o risco de que os pneus viessem a estourar por causa da força e da alta temperatura, sendo assim o campeão teria que bater a velocidade em menos de trinta segundos.

A incrível velocidade de 400 quilômetros horários foi atingida aos 26 segundos com a tentativa de quebrar em uma moto fabricada em linha de produção.

A Ninja H2R consegue chamar atenção por utilizar um supercharger, compressor de ar, em seu propulsor que conta com quatro cilindros e tem 998 cilindradas, conseguindo gerar assim uma potência 316 cavalos. O modelo também faz uso de pequenas "asas" acopladas as carenagens que são feitas de fibra de carbono com intuito de melhorar o efeito aerodinâmico.

A H2R é uma das motocicletas mais velozes da atualidade, porém a companhia não informa qual é a velocidade máxima que a mesma atinge, apesar de ter atingido 400 depois desse “teste”.

Aqui no Brasil a Kawasaki Ninja H2R é comercializado apenas por encomenda e atinge a cifra de 350 mil reais.

A potência que este modelo atinge supera e muito as principais motocicletas esportivas, que contam com 200 cavalos na média.

Quando o quesito é cavalos de potência até alguns veículos esportivos ficam para trás da Kawasaki Ninja H2R.

Podemos tirar uma base com o Porsche Boxter, que é equipado com um motor de 2700 cilindradas (2.7 cc), que gera uma potência de 265 cavalos, no mesmo tempo que a Mercedes-Benz SLK 250 Turbo de motor 1.8 gera uma potência de 204 cavalos.

Por Filipe Silva

Recorde da Kawasaki Ninja H2R

Foto: Divulgação


Modelo é uma versão naked da esportiva R3.

No Salão Duas Rodas de 2015 a Yamaha apresentou duas novas motocicletas, a Nmax 160 e a MT-03. Segundo a companhia japonesa, ambas estarão chegarão às concessionárias a partir da segunda quinzena do mês de maio.

O modelo Yamaha MT-03 complementa o segmento Master of Torque trazendo assim um estilo robusto das 09 e 07 para um modelo mais compacto, leve e acessível. Na realidade, quem já conhece a moto esportiva R3 sabe exatamente do que se trata a nova Yamaha MT-03, pois é simplesmente uma versão naked da mesma. Em outras palavras, faz uso do mesmo motor, rodas, chassi, freios, pneus, suspensões, painel, rabeta, etc. O que diferencia é a mesa, que vem com um guidão novo, mais alto e aberto (ao invés do semi-guidão do modelo R3) e a parte da frente com farol que lembra a gama MT, assim também como as carenagens laterais. Comparando com a R3, o guidão ficou mais alto em 39 mm e aproximou 19 mm do piloto.

O propulsor é o famoso bicilíndrico de 321 cilindradas, refrigerado a líquido, que atinge uma potência de 42 cavalos de potência e um toque de 3,02 kgfm, juntamente com um câmbio de seis velocidades. Com relação às suspensões, contam com garfos de 41 mm de diâmetro na parte frontal e na parte traseira um monoamortecedor, com ajuste de pré-carga. No total ela possui um peso de 166 kg na versão standard, já no modelo equipado com freios ABS o peso chega a 169 kg. O assento possui uma altura de 780 mm, ou seja, a mesma da R3.

Os valores da MT-03 são de R$ 18.790 para a versão standard e R$ 20.790 para o modelo com freios ABS, onde a maior concorrente é a Kawasaki Z300, a qual custa R$ 17.990 sem a tecnologia de freio e R$ 19.990 com ABS. A Yamaha oferecerá a moto em três cores: preto, vermelho e cinza fosco. A organização japonesa irá ofertar também o seguro sem perfil para as cidades de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, nos valores de: R$ 2.050 na MT-03 ABS e R$ 1.880 na MT-03 STD. A Yamaha também destacou que as revisões possuem um preço fixo.

Por Filipe Silva

Yamaha MT-03

Yamaha MT-03

Fotos: Divulgação


Nova moto possui preços reduzidos, tendo versões com valores de R$ 7.390 e R$ 7.990.

Com a instalação da atual crise econômica vivida pelo país, o comércio de veículos do segmento de entrada tem ficado cada vez mais farto, uma vez que os consumidores procuram bons veículos e que tenham preços atrativos, seja entre motos ou carros, as fabricantes têm feito as suas apostas em mais uma opção de modelo, sendo que na maioria das vezes essa outra opção é a derivação de outro modelo já conhecido e renomado no mercado.

E seguindo essa tendência, essa é a nova aposta da fabricante de motocicletas Yamaha com a nova Factor 2016, modelo que foi desenvolvido a partir da bem-sucedida Fazer 150 e o objetivo da fabricante nesse novo projeto foi o de criar uma motocicleta mais simples e destinada para o uso diário intenso, além de ter um preço mais reduzido.

A nova Factor 2016 está sendo comercializada na versão E por R$ 7.390 e na versão ED, a qual possui rodas de liga-leve e sistema de freio a disco na roda dianteira, por R$ 7.990. Com o lançamento desse novo modelo a Yamaha aposta todas as suas fichas, a fim de conseguir que esse modelo street passe a ser o modelo mais comercializado da marca.

Para os consumidores que tiveram a grata satisfação de conhecer a Fazer 150, as modificações feitas na nova Factor foram bem poucas, mas alguns ajustes importantes foram realizados, tais como, guidão e pedaleira com recuo menor para que a posição de pilotagem fosse otimizada, bem como a concentração do painel num visor de tamanho reduzido e digital.

Em uma primeira impressão, parece que modelo não ficou tão atrativo assim, contudo ele possui tudo que uma boa motocicleta necessita como, por exemplo, velocímetro, relógio, hodômetro total e parcial, conta-giros, luz Eco e o importante indicador de marcha engatada que nem outros modelos mais famosos como a Honda CG possui.

A Factor também traz outra novidade de série que é o lampejador de farol alto dentre outros detalhes.

O certo é que essa nova Factor é um veículo que foi projetado para o ambiente urbano e que possui a capacidade de sair com agilidade dos semáforos, bem como circular sem nenhum tipo de problema em vias de trânsito rápido. Agora é aguardar para vermos qual será a resposta dos consumidores com relação a essa nova proposta da Yamaha.

Por Adriano Oliveira

Yamaha Factor 150 2016

Yamaha Factor 150 2016

Yamaha Factor 150 2016

Fotos: Divulgação


Justiça Federal de Pernambuco suspendeu temporariamente a exigência de Carteira de Habilitação para a condução das motocicletas de 50 cc, porém, o emplacamento e o licenciamento continuam obrigatórios.

A Justiça Federal de Pernambuco, no dia 20 de outubro de 2015, pronunciou uma decisão judicial que suspende temporariamente a exigência de habilitação (CNH – Carteira Nacional de Habilitação), em todo o território nacional, para condução das famosas “cinquentinhas”, ou seja, das motocicletas de 50 cilindradas (cc).

A Associação Nacional dos Usuários de Ciclomotores (ANUC) impetrou uma Ação Civil Pública (ACP) contra a União Federal requerendo a liberação da utilização das motocicletas de 50 cc sem a necessidade de CNH por meio, inclusive, de tutela antecipada.

A resolução nº 168/04 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), até então aplicada, exige que os condutores deste tipo de motocicleta fossem devidamente habilitados com a CNH na categoria A ou ACC (Autorização para Condução de Ciclomotores).

A juíza Nilcéa Maggy, atuante na 5ª Vara Federal em Pernambuco, proferiu uma decisão liminar, na quinta-feira, dia 15 de outubro, que suspendeu a exigência da Autorização para Condução de Ciclomotores no Brasil. Desta decisão ainda cabe recurso, invalidando a referida Resolução do Contran1.

A decisão não faz referência ao emplacamento e licenciamento dos ciclomotores, o que quer dizer que, neste aspecto, a Resolução 168/04 ainda é válida e que estes procedimentos continuam sendo obrigatórios. De acordo com o proferido pela juíza, o entendimento é que não existe regulamentação para obtenção da ACC e a suspensão da exigibilidade do documento deve permanecer até que a ACC seja devidamente regulamentada.

Foi levado em consideração o fato dos veículos de capacidade de potência limitada a 50 cc possuírem características deferentes dos demais, o que não os colocam em um nível de necessidade de habilitação regular.

O Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, ainda não se posicionou sobre o assunto com a justificativa de não ter sido notificado até o momento.

Conforme apuração feita pelo Detran, entre os ciclomotores produzidos ou importados entre os anos de 2010 e 2014, menos de 10% foram emplacados.

Por Bruna Rocha Rodrigues

CNH

Foto: Divulgação


Nova moto tem um design diferenciado e é fabricado com madeira de guitarra.

No dia 16 de outubro de 2015, a Yamaha lançou a Resonator 125, uma moto que promete agradar o grande público. Estamos falando de um veículo de duas rodas que será um diferencial por vários motivos. Um ponto alto e positivo, além de interessante, é que essa moto é retrô, é urbana e é fabricada com madeira de guitarra

A Resonator será apresentada na data de 29 de outubro no Salão de Tóquio. Algumas características do modelo são os seguintes: motor de 1 cilindro e 125 cc, com refrigeração a ar, e injeção eletrônica. Essa é uma grande novidade e aposta da Yamaha para conseguir alcançar ainda mais seus clientes. O fato da madeira de guitarra, vale informar, é porque a empresa sempre teve uma forte conexão com o universo musical. Os fãs estão ansiosos para ver como será o desempenho dessa moto que, em termos de estilo, está apostando num design mais moderno e chamativo.

Sendo assim, como uma moto urbana, ela é ideal para as estradas da cidade, além de ser leve e veloz, o que traz uma sensação de liberdade para o motoqueiro. Sem contar que o próprio símbolo da empresa tem uma relação com a música. Vinicius Lima, um amante de motos, disse, em entrevista para o freelancer, que vai adquirir essa moto e que não vê a hora de pilotar essa novidade. A Yamaha, por seu turno, está confiante e acredita no sucesso da Resonator 125 não apenas no salão de Tóquio, mas também no Brasil. O preço ainda não foi divulgado, de forma que a expectativa fica bem maior. 

A marca também apresentou modelos elétricos que também prometem fazer sucesso. Agora é esperar para ver se a Resonator 125, com sua pegada musical, vai agradar ou não o público e os especialistas no mercado de duas rodas. 

Por Madson Lima de Oliveira

Yamaha Resonator 125

Yamaha Resonator 125

Yamaha Resonator 125

Fotos: Divulgação


Novo modelo alia design, tecnologia e itens inovadores. Lançamento será em fevereiro de 2016.

Com um design que passa um toque de “ares” parisiense, a Dafra não esperou para 2016 o lançamento da sua mais nova queridinha: a Fiddle III.  Mas, não se afobe, fala-se de lançamento, não de chegada ao mercado de vendas, programada só para fevereiro de 2016.  

Mostrar o seu novo modelo de moto no Salão Duas Rodas, ocorrido em outubro, em São Paulo, foi uma estratégia da Dafra para “atiçar” o desejo dos apaixonados por duas rodas; fazendo-os aguardar até fevereiro do próximo, para não se precipitarem em fazer uma compra sem antes conhecer a proposta estilo vintage da Dafra.  

O que a Fiddle tem de interessante, além do seu design já citado, são itens inovadores para uma moto. O primeiro deles foi pensar no conforto de quem irá guiá-la, pois ela vem com um espaço sob o banco onde vai dar para guardar o capacete. Ainda se tratando de conforto, a Fiddle III também oferecerá entrada USB para se carregar equipamentos eletrônicos. A Dafra sabe que hoje é complicado se ficar longe das tecnologias, daí essa sacada em tornar disponível a entrada USB.  

A Fiddle III é um scooter, mas nem por isso deixará de ter uma boa potência, o que explica ela ter um motor de 124 centímetros cúbicos em 103 cv de potência.      

O visual tem também a marca do porta-luvas com fechaduras; as luzes LED, uma inovação do universo motorizado que a Dafra decidiu usar da Fiddle, com a proposta de fazer um contraponto de tecnologia com o seu desenho estilo mais retrô. A proposta é agradar a gregos e troianos, a quem gosta do antigo, mas também do moderno.  

Ainda não se sabe por quanto custará levar para casa, ou melhor, para as ruas, a nova Fiddle III da Dafra, mas o que a companhia almejou com certeza conseguiu: fazer com que se pague o valor merecido por tanta beleza, conforto e tecnologia que ela tem para oferecer.

Por Michelle de Oliveira

Dafra Fiddle III

Dafra Fiddle III

Fotos: Divulgação


Modelo terá preço de venda a partir de R$ 63.990 e deverá chegar ao Brasil no 2º semestre de 2016.

A grande e renomada fabricante de motocicletas Kawasaki mostrou oficialmente, na última quinta-feira, dia 8 de outubro de 2015, a reestilização da Kawasaki Ninja ZX-10R. A divulgação foi feita em um estande do Salão Duas Rodas.

A Kawasaki Ninja ZX-10R nada mais é do que é superesportiva de 1.000 cc baseada em um protótipo utilizado pela marca na disputa do Mundial de Superbike, sendo que este modelo, inclusive, foi contemplado com a conquista antecipada do título da atual temporada da competição.

Este modelo só deverá chegar aqui no Brasil no segundo semestre do ano de 2016, sendo que o seu preço de comercialização ainda não foi definido. Na atual linha o preço desta motocicleta parte de R$ 63.990.

O design da motocicleta não mudou muito, exceção feita a carenagem que, neste modelo, ficou maior e mais larga, já com relação à parte mecânica o modelo recebeu diversas mudanças, as quais foram feitas com o objetivo de melhorar o desempenho da motocicleta, a fim de que ela tenha um desempenho digno de uma motocicleta que teve o seu DNA extraído das competições.

Nesta versão a motocicleta tem garfo telescópico invertido na suspensão frontal, o qual traz um reservatório de nitrogênio, tecnologia esta pioneira em motocicletas e que serve para dar maior conforto e precisão aos condutores.

A balança traseira teve o seu tamanho alongado com o objetivo de dar maior estabilidade nas acelerações e frenagens. Com esta reestilização o chassi desta motocicleta ficou ainda mais leve e passou a pesar 206 Kg, isso em ordem de marcha na versão com freios ABS.

Para não deixar a desejar, motor e câmbio também passaram por aprimoramentos, sendo que o primeiro, de 998 cm³, dotado de refrigeração líquida e com 16 válvulas possui a capacidade de produzir uma potência máxima de 210 cavalos, ou seja, 10 a mais do que a ZX-10R.

Para completar todo este pacote a motocicleta ainda tem acelerador eletrônico, controle de tração e assistente de largada.

Por Adriano Oliveira

Kawasaki Ninja ZX-10R

Kawasaki Ninja ZX-10R

Fotos: Divulgação


Honda lançou a nova versão 2016 da NXR 160 Bros ESDD com mais opções de cores.

Quem pensa que motocicletas são todas iguais se engana. Prova disso é a Honda, que lança mais uma versão da NXR 160 Bros ESDD 2016, agora com mais opções de cores.

Essas alterações se concentram basicamente nas alças do garupa, que agora aparece na cor preta; e na rabeta e na carenagem do farol, que nessa nova versão aparece na mesma cor que predomina no resto da motocicleta.

O novo modelo deve chegar às concessionárias a partir de outubro. Além das alterações visuais, a NXR 160 Bros ESDD 2016 vem com um motor de um único cilindro OHC com 162,7 cm³, que possui a tecnologia FlexOne e é arrefecido a ar.

Esse motor gera uma potência máxima de 14,5 cv, rodando a 8.500 rpm a gasolina, e quando no etanol sua configuração é de 14,7 cv, rodando aos mesmos 8.500 rpm. O torque é de 1,46 kgfm e 1,60 kgfm, respectivamente, ambos com rpm de 5.500.

Com suspensão de garfo dianteiro telescópico, a nova Honda ainda conta com suspensão traseira mono amortecida. A motocicleta ainda vem com freio a disco em ambas as partes. Os pneus vêm na medida de 90/90-19 na parte dianteira, e 110/90-17 na parte traseira.

Chegando ao mercado com preço inicial de R$ 10.720,00, a NXR 160 Bros ESDD 2016 tem sua produção nacional, em Manaus, no Amazonas. As cores padrão são: vermelha, preta e branca. O interessante também é sua garantia, de até três anos sem qualquer limite de quilometragem, com opções de ter até sete revisões com fornecimento de óleo gratuito.

De acordo com a própria Honda, seu novo modelo tem como características principais a baixa manutenção, a segurança e sua robustez. Pela propaganda feita pela montadora, é provável que esse modelo tenha um bom custo benefício em relação a suas concorrentes. Agora é esperar para ver e tirar suas próprias conclusões em uma experiência de test ride.

Por Felipe Villares

Honda NXR 160 Bros ESDD

Honda NXR 160 Bros ESDD

Fotos: Divulgação


Moto será o novo modelo de entrada da Ducati no Brasil

A Ducati deu uma volta no tempo e se inspirou para criar a nova Scrambler: um modelo retrô, que resgatou a simplicidade das motos dos anos 50 – mas só no visual, porque as novas tecnologias marcam presença no modelo.

A nova moto da marca italiana foi apresentada no Brasil na última quarta-feira (23) e é apontada como a mais importante dos últimos tempos e tem uma missão bem especial: ser o novo modelo de entrada da Ducati, com um marketing pesado em cima, muitos acessórios e itens de vestuário.

Quatro versões da moto estarão disponíveis:

  • Icon, que é a básica e estará disponível nas cores amarela e vermelha;
  • Urban Enduro, na cor verde militar, com rodas raiadas e para-lama dianteiro elevado;
  • Full Trottle, que tem um guidão mais baixo e mais curto e pintura preta fosca e para-lama dianteiro curto;
  • Classic, com banco marrom, pintura laranja, para-lamas de alumínio e rodas raiadas.

Todos os modelos têm motor 2 cilindros, com 75 cavalos de potência e 6,98 kgfm de torque. Elas têm rodas 18” na dianteira e na traseira 17” e o seu painel é circular, com tela de LCD. Faróis e lanternas de LED – um farol redondo da frente, o que nos remete aos modelos antigos. Têm embreagem deslizante APTC e sua transmissão final é por corrente acoplada ao câmbio de 6 marchas.

Quem estiver em São Paulo e quiser ver a moto de perto, ela está exposta no espaço chamado “Land of Joy”, onde ficará até 4 de outubro.

No Salão de Milão, em 2014, a Scrambler foi eleita “a mais bela do Salão” – imagine agora o tanto de bela que tem que ser para conseguir um título desses em meio a tantas concorrentes.

Os preços das motos serão divulgados somente no Salão Duas Rodas, mas estima-se que não fiquem abaixo de R$ 35 mil.

Por Elia Macedo

Ducati Scrambler no Brasil

Ducati Scrambler no Brasil

Fotos: Divulgação


Novo modelo recebeu o nome de F3 800 AMG Solarbeam e foi inspirado no Mercedes-AMG GT.

O mundo automobilístico não se restringe aos carros, pois as motocicletas também têm grande destaque mundo afora. Prova disso está sendo o Salão do Automóvel de Frankfurt, onde diversas montadoras de motocicletas estão aproveitando o evento para lançar seus modelos superpotentes. E a MV Agusta é uma delas, que está utilizando o Salão para lançar sua nova F3 800.

Na verdade seu nome oficial será F3 800 AMG Solarbeam, pois o modelo foi inspirado no Mercedes-AMG GT. Bem propício, já que a AMG detém 25% de participação da MV Agusta.

Para esse novo modelo, a montadora deixou de lado seu clássico vermelho e prata, para adotar um amarelo bem vivo, bem parecido com o do Mercedes, e que dá o nome de AMG Solarbeam. Para contrastar com o amarelo, o preto também aparece na lateral da carenagem e em cima do tanque. Para completar o visual, a motocicleta ainda é composta por tampa de combustível racing, costuras amarelas nos assentos e para-lamas feitos em fibra de carbono.

As configurações mecânicas também são bem interessantes, compostas por um bloco de 3 cilindros, com 12 válvulas com dimensão de 798 cm³. Esse motor gera uma potência de 148 cavalos. Com câmbio de seis marchas, a F3 800 AMG Solarbeam ainda possui o sistema Electronically Assisted shift, que nada mais é do que um assistente eletrônico para troca de marcha. Além disso, também possui controle de tração e freios ABS.

Ainda não existem especulações se esse modelo deve chegar ao Brasil ou mesmo na América Latina. A única informação confirmada é de seu preço sugerido, 15.310 euros, o que equivalente a R$ 67.000 com nossa moeda atual.

Além da AMG, a Ducati também teve a mesma estratégia durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, onde utilizou o stand da Volkswagen para promover seu novo modelo, a Ducati Monster 1200 R.

Por Felipe Villares

MV Agusta F3 800 AMG Solarbeam

MV Agusta F3 800 AMG Solarbeam

Fotos: Divulgação


Novo modelo será a naked mais potente já fabricada pela montadora.

O mundo automobilístico costuma voltar suas atenções em setembro para o famoso Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, onde muitos aguardam ansiosamente por carros futurísticos e superpotentes, verdadeiras máquinas sobre rodas.

Mas muitos esquecem que não é apenas de veículos de quatro rodas que vive o mundo dos automóveis, como é o caso da Ducati, que ficou praticamente esquecida para esse evento, pois não recebeu um convite formal para ser participante como integrante desse mundo de rodas. Mas isso não foi problema, já que a marca acabou entrando como participante sendo integrante da marca do Grupo Volkswagen.

No evento, a montadora promete, no dia 14 de setembro, revelar seu novo modelo, a Monster 1200 R, a qual acaba de revelas duas novas imagens em um teaser. Apesar das imagens terem sido divulgadas, ainda não é possível perceber nenhum detalhe que revele realmente muitos detalhes do novo modelo.

A única informação oficial confirmada pela marca de Borgo Panigale é que essa será a naked mais potente já fabricada até hoje por ela. Um novo chassi também será apresentado durante o evento, sendo mais esportivo, com um design mais tecnológico, se comparado com os modelos Monster 1200 S e Monster 1200 Standard.

Outras informações, como valor de entrada e data oficial de lançamento, assim como os mercados onde a Monster 1200 R será comercializada ainda não foram divulgadas.

Além desse modelo, a Ducati ainda promete revelar novas motocicletas durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, no dia do VW Group Night. A Monster 1200 R deve ficar exposta até o dia 20 de setembro no estande da marca durante o evento.

Assim como a marca do grupo VW, a Honda também pretende trazer uma grande revelação para esse Salão, com um carro conceito que vem com um motor derivado de uma motocicleta, o bloco RC213V, pertencente a MotoGP. Uma grande inovação para a indústria automobilística.

Por Felipe Villares

Teaser Ducati Monster 1200 R

Teaser Ducati Monster 1200 R

Fotos: Divulgação


Queda registrada foi de 7,29% em agosto nas vendas de motos no Brasil.

O mês de agosto também não foi bom para o setor de motos que apresentou queda nas vendas. Este era um dos setores que mais vinha crescendo no País e bastava olhar para ruas e avenidas para vermos o grande número de motos transitando. Mesmo quando a venda de veículos reduzia ou caia, o setor de motos continuava bom, mas não foi capaz de suportar a crise prolongada, apresentando queda de 7,29% em agosto.

Os dados foram divulgados pela Fenabrave e mostram mais um setor que está entrando em crise, devido à situação em que o País se encontra. A Fenabrave é uma entidade onde estão reunidos as revendas de veículos de todo o Brasil e os números divulgados pela entidade são preocupantes. É mais uma queda nas vendas de motos.

Em julho, o número de motos emplacadas chegou a 107.757. Em agosto, este número foi de apenas 99.901 motos emplacadas. A queda de 7,29% não apenas mostra a baixa nas vendas, como também alerta para este mês de setembro, que poderá registrar nova queda.

Durante todo este ano, o setor de motos vendeu apenas 849.449 unidades. Pode até parecer muito, mas o setor registrou uma queda de 10,59% se compararmos este período com o mesmo de 2014, quando foram emplacadas 950.052 unidades.

O único motivo que o setor de motos tem para comemorar é que este segmento foi o que menos caiu em 2015, pois enquanto este setor teve uma queda no acumulado do ano de 10,59% o setor de automóveis e comerciais leves já registrou uma redução nas vendas de 20,38%.

Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, lamenta que no cenário econômico do Brasil não tenha ocorrido mudanças e pior, a perspectiva é que as vendas continuem caindo neste resto de ano, pois até a presidente Dilma Rousseff já alertou que 2016 será um ano difícil, de sacrifícios, então não é bom esperar melhoras para os próximos meses.

As motos sempre foram um meio de transporte rápido, prático, econômico, principalmente nos grandes centros urbanos, mas com a redução nas vendas, o efeito dominó vai se espalhando, as empresas vão contratando menos, precisando de menos serviços, menos entregas e chega ao setor de motos, como podemos constatar.

Por Russel

Motos

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Modelos que serão lançados no Brasil são Chief Classig, Chief Vintage, Chieftain, Roadmaster e Scout.

A Indian é a mais antiga fabricante de motocicletas dos Estados Unidos – ela já teve o título de maior do mundo. Tem entre seus modelos mais conhecidos e mais populares o Chief e o Scout.  É uma das concorrentes diretas da Harley-Davidson e ano passado anunciou que viria para o Brasil em 2015 e está mesmo vindo.

A montadora apresentará em outubro, no Salão Duas Rodas, os modelos que serão vendidos no País – cinco modelos serão apresentados e já se sabe quais são. Vamos conhecê-los.

Indian confirma modelos que serão vendidos no Brasil:

Inicialmente, serão comercializados os modelos Chief Classig, Chief Vintage, Chieftain, Roadmaster e Scout. Nem é preciso dizer que ela entra no mercado brasileiro para brigar de frente com a Harley e pegar a sua fatia de mercado.

A Chief Classic tem um estilo tradicional e recursos como partida do motor com a chave no bolso, controlador de velocidade e outros recursos práticos. Tem rodas de 16 polegadas com pneu largo. Motor V2 de 111 pol³, cuja prioridade é o torque. Pesa 354 kg.

A Chief Vintage tem malas laterais e banco em couro e é cheia de cromados. Recursos e motor iguais ao da Classic, a única diferença é mais pesada: 10 kg a mais.

A Chieftain combina modernidade com traços de estilos tradicionais. Tem para-brisa com ajuste elétrico e malas rígidas em seu espaço para bagagem. Pesa aproximadamente 370 kg. Motor igual às da série Chief, tanque com capacidade para quase 21 litros de combustível e sistema de áudio com interface Bluetooth.

A Roadmaster tem recursos iguais aos da Chieftain, alguns um pouco mais sofisticados, como o sistema de áudio com navegador e aquecimento no banco e nas manoplas. Pesa bastante també, cerca de 406 kg. É uma grande estradeira de turismo.

A Scout é o modelo médio da marca americana. Tem motor V2 de 1.133 cm³ com injeção eletrônica, potência de 100 cv. Rodas de alumínio, câmbio de 6 marchas e pesa 248 kg.

A marca pertence atualmente ao Grupo Polaris, que a comprou em 2011 e de lá pra cá vem renovando os modelos. Ainda não está definido se a Indian terá sua própria fábrica no Brasil ou se terceirizará a montagem, como fazem a Ducati e a BMW, por exemplo. Também se não tem informações sobre preços. O que se sabe é que terá concessionárias em São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/MG e Florianópolis/SC.

A disputa com a Harley-Davidson:

A título de curiosidade, com quais modelos da Harley  a motos da linha Chief da Indian "brigarão" diretamente: Chief Classic x Harley-Davidson Fat Boy, Chief Vintage x Road King e Chieftain x Street Glide.

Por Elia Macedo

Motos Indian no Brasil

Foto: Divulgação


Novos modelos serão lançados com novidades que irão atrair os fãs da marca.

Mark-Hans Richer, presidente de Marketing da Harley-Davidson, acredita que este é mais um dos anos históricos da marca e isso porque está acontecendo o lançamento da linha cruiser mais potente de toda a história da montadora. A linha inclui também a novíssima série S. Além desses lançamentos, a montadora também está levando a linha Dak Custom™, a um novíssimo patamar, com os novos modelos Iron 883™ e Forth-Eight®. E para finalizar, o presidente de marketing anunciou ainda que a montadora está aumentando a linha de motocicletas no estilo Touring, que são líderes de mercado com o modelo Road Ultra e também estão dando um novo desenho ao modelo tradicional Heritage Softail Classic.

A Iron 883™ continua com seu estilo minimalista, sem maiores detalhes, mas agora conta com um acabamento ainda mais agressivo, com menos detalhes cromados e mais partes pretas. Sua ciclística é a grande novidade do modelo: a suspensão dianteira foi completamente repaginada, e a traseira agora pode ser ajustada. Suas rodas estão mais leves e o assento bem mais confortável que o modelo anterior.

As novidades da linha 2016 podem ser conferidas na Forty-Eight® que recebeu melhorias nos assentos e suspensões e tem rodas mais leves. Seu visual também foi repaginado e apresenta uma aparência mais imponente, com pneus mais corpulentos. Suas novas rodas são de liga leve, com tubos de 49 mm. Seu design apresenta agora uma perfeita combinação entre as cores, os cromados e o preto do modelo.

As inovações nos modelos Street 500 e 750 vêm com uma funcionalidade mais urbana, graças a seus freios dianteiros e traseiros.

Toda a linha Sportster 2016 vem com as melhorias de suspensão e assentos citadas anteriormente o que faz com que a condução desses modelos seja ainda mais prazerosa. Seus novos bancos são mais confortáveis e vêm com materiais especiais e formatos que foram completamente ajustados. Outras novidades também chamam a atenção nos modelos, como a suspensão redesenhada, os amortecedores traseiros, agora pressurizados a nitrogênio, e a suspensão dianteira com um conjunto de válvulas e pistões que são calibrados com molas progressivas, o que permite maior estabilidade da suspensão.

Além de inúmeras inovações, os modelos Softail, pela primeira vez na história possuirão um sistema de piloto automático controlado eletronicamente, graças a um novo controle do acelerador, que agora é eletrônico. A partir de agora, o item virá em série para os modelos, Fat Boy® S, Softail® Deluxe, Heritage Softail® Classic e Softail® Slim S, e aparecerá como opção para os demais modelos Softail.

As novas motocicletas da Harley-Davidson 2016, já começaram a chegar a algumas concessionárias da marca nos EUA e também em algumas lojas pelo mundo. Como sempre, o Brasil esperará mais um pouco, pois o lançamento oficial por aqui só acontecerá entre os dias 6 e 12 de outubro, no Salão Duas Rodas, que acontecerá no pavilhão do Anhembi, no estado de São Paulo.

Por Patrícia Generoso

Nova moto da Harley-Davidson

Nova moto da Harley-Davidson

Nova moto da Harley-Davidson

Fotos: Divulgação


Novo modelo tem preço sugerido de R$ 15.990 para ser vendido no Brasil.

O modelo KTM Duke 200 chegará ao mercado brasileiro em setembro, e tem preço sugerido de R$ 15.990 e chega para concorrer com o modelo CB 300R da Honda e com a Fazer 250R da Yamaha.

O modelo foi construído sobre o chassi utilizado para o modelo da Duke 125, que já foi comercializada no continente Europeu e em muitos outros Países.

O modelo conta com um estilo naked, e é mais leve do que os outros modelos de sua categoria. Quem adquirir a Duke poderá contar com duas opções de cores: branca e laranja. O design é parecido com o modelo de 390 cc da KTM.

O modelo possui ainda um câmbio que conta com 6 velocidades, motor de modelo DOHC monocilíndrico, altamente silencioso.  O motor é potente, com 4 válvulas e resfriamento a líquido. O escapamento é compacto e vem ajustado para ficar exatamente no centro de massa do modelo. A potência máxima da Duke 200 chega a 26 cv a 10.000 rpm. A Duke tem 199.5 cm³ de volume e peso total de 129,5 kg.

Os usuários brasileiros podem contar com o novo modelo a partir da primeira quinzena do mês de setembro. Embora o preço seja considerado alto se comparado com os modelos de porte parecido, que custam cerca de R$ 1.000 abaixo, a Duke 200 traz inovações que não são encontrados nas suas concorrentes, e que justificam o diferencial no preço: as suspensões do modelo são da marca WP e há itens feitos em alumínio, como a balança traseira e as rodas. O modelo conta também com freios a disco tanto na parte traseira, quanto na dianteira.

Mesmo com esses diferenciais, alguns usuários não concordaram com o preço do novo modelo e a KTM tem recebido críticas quanto ao valor para o novo modelo. Basta descobrir se as críticas surtirão efeito e a montadora alterará o preço final do modelo. 

Por Patrícia Generoso

KTM Duke 200

KTM Duke 200

Fotos: Divulgação


Novo modelo será lançada em setembro deste ano e vai custar R$ 19.900.

A emoção de encontrar equilíbrio e velocidade sob duas rodas não é aventura para qualquer um. Só mesmo quem entende e ama pilotar uma moto também pode compreender o que significa a nova Yamaha R3, uma moto única, que reúne potência, beleza e estabilidade em um único meio de transporte.

A Yamaha R3 chegou para disputar, de frente e com o mesmo nível, com a bem conceituada no mercado Kawasaki 300, e ao que parece, a disputa vai mesmo ser acirrada, uma vez que a Yamaha R3 vai custar R$ 19.900 contra a Kaeasaki que está no mercado pelo valor de R$ 20.213, uma diferença ínfima de preço que só tende a tornar ainda mais disputada a preferência do público.

O público consumidor só vai ter acesso à nova Yamaha R3 a partir de setembro deste ano, no caso, 2015, o que já deixa os loucos por motos bastante eufóricos, pois, a moto promete chegar com tudo com a sua potência fácil de controlar, pois a moto vem com uma suspensão dianteira com tubo interno de 41 mm. O que isso significa? O piloto terá mais facilidade para ser ágil nas curvas. A suspensão tem apenas um amortecedor traseiro, diminuindo a instabilidade na traseira, o que dá mais confiança e comodidade ao piloto.

O semiguidão da Yamaha R3 ganhou a característica de ser estreito, o que dá ao piloto também mais confiança para fazer uma ultrapassagem entre carros – caso seja necessário. O seu quadro de aço lhe dá boa rigidez e, na sua parte exterior, ligada ao design, apesar dela trazer marcas do R1, a Yamaha fez questão de dar mais um toque ao desenho da R3, para que ela ganhe mais imponência.

Se você está no aguardo de setembro para ver mais de perto a nova R3 da Yamaha, saiba que é nesse mês mesmo que ela vai chegar para colocar em estado de aflição os seus concorrentes da Kawasaki. No entanto, a boa aceitação dessa moto será, como sempre, decidida por quem gosta de motos e está a escolha de uma perfeita, seja para rua ou para as estradas, oferecendo bom preço, segurança, estabilidade e acima de tudo, economia.

Por Michelle de Oliveira

Nova Yamaha R3

Nova Yamaha R3

Fotos: Divulgação


Moto está à venda em 2 versões, a Básica, que custa R$ 64.900, e a Carbon, que custa R$ 74.900.

O segredo da Ducati Diavel 2015 já é de conhecimento dos fãs da marca de velocidade sobre duas rodas. Usando o trinômio de sucesso eficiência – economia – estabilidade, a Dafra, nome da montadora da moto mais cobiçada do momento, não poupou tecnologia para a fabricação da nova Ducati Diavel 2015. Claro que bem antes foi estudado um projeto de design que desse a essa máquina toda a imponência, algo que foi conseguido e já pode ser contemplado pelos proprietários da Ducati.

A beleza da Ducati Diavel 2015 está no seu farol de Led, com a carenagem que ganhou um toque especial com o toque do brilho na pintura – uma inovação que a Dafra pediu apoio à montadora de carros Audi para fazer na Ducati 2015. Para prezar o conforto do piloto, a Ducati 2015 investiu em novas modelagens para o assento e guidão, o que vai tornar a moto bem mais viável até mesmo para quem gosta de aventura de viajar de moto.

A moto está no mercado em duas versões: a básica – que pode ser adquirida por R$ 64.900 e a mais estilizada, em cor Carbon, com nuances da cor vermelha em seus detalhes, que pode ser comprada por R$ 74.900. Importante salientar que o acréscimo no preço advém de outros opcionais que a categoria Carbo9n tem para oferecer, como rodas remodeladas para ficar com 5 Kg a menos de peso.

O banco da moto modelo 2015 está mais curvado, com isso, o piloto não terá dores se passar um bom tempo pilotando a Ducati Diavel 2015, um projeto de ergonomia inteligente que só faz o lançamento da Dafra ser ainda mais aceito no mercado. Tudo isso com um painel digital, com marcador inteligente para marcar o velocímetro, contagiro e combustível.

O possante Ducati Diavel 2015 já está à venda em todas as concessionárias autorizadas Dafra, é só ir até uma mais próxima, ver as facilidades de pagamento e sair com o modelo que lhe agradar, seja a Básica e Carbon.

Por Michelle de Oliveira

Ducati Diavel 2015

Ducati Diavel 2015

Fotos: Divulgação


Novas versões de entrada da linha Tiger 800 foram anunciadas oficialmente no Brasil. Preços partem de R$ 37.690.

A Triumph, empresa fabricante de motocicletas, anunciou oficialmente no dia 28 de junho o lançamento no Brasil das novas versões de entrada da linha Tiger 800. O último lançamento feito pela empresa aqui no país ocorreu no mês de março, oportunidade em que foram lançadas as versões topo de linha da motocicleta mencionada acima. Nesta versão topo de linha, a motocicleta já vem de fábrica dotada com um sistema de controle de tração.

Dessa vez a empresa aproveitou para fazer o lançamento das versões mais acessíveis e mais básicas. O processo de produção dessas motocicletas, aqui no país, já foi iniciado e estão ocorrendo na cidade de Manaus. O modelo mais básico da Tiger 800, que é o XR, irá custar para o consumidor brasileiro R$ 37.690, enquanto a versão topo de linha, a XC, já é comercializada por aqui por R$ 40.790, com relação à disponibilização de freios do tipo ABS em ambos os modelos os consumidores são contemplados com este sistema de série.

Em princípio, a linha mais vendida pela Triumph, aqui no país, sem sombra de dúvidas é a Tiger 800, modelo que, após ter passado por atualizações nesta última versão, segundo as estatísticas da empresa, representa nada mais nada menos que 70% das vendas realizadas por aqui.

Com relação à motorização desta nova motocicleta mais básica, o propulsor utilizado foi o mesmo nas versões anteriores da Tiger 800, motor este que possui 3 cilindros e 799 cilindradas, contudo apesar de ter sido mantidas as mesmas especificações técnicas dos modelos produzidos anteriormente, com uma potência total de 95 cavalos e um torque de 8,05 Kgfm, a empresa garante que nesta nova versão de motocicleta o consumo de combustível foi reduzido em 17%.

Esta nova versão da Tiger 800, a XR, mesmo sendo mais simples, será comercializada com o mesmíssimo pacote tecnológico disponível no modelo XC, ou seja, com a presença dos seguintes itens: acelerador do modelo eletrônico e controle de tração.

A única distinção entre os dois modelos é a ausência de alguns equipamentos.

Por Adriano Oliveira

Triumph Tiger 800 XR

Triumph Tiger 800 XC

Fotos: Divulgação


Novo modelo conta com ótimas características que oferecem alto desempenho tanto para off-road quanto para asfalto.

Foi apresentada a nova Honda CRF 1000L Africa Twin na Europa. A motocicleta retorna com a missão de fazer o mesmo sucesso do passado e para isso veio bem equipada. O motor de 2 cilindros e 998 cc, rende até 95,2 cv e 10 kgfm de torque. A Honda disponibilizou duas opções de câmbio: manual de 6 marchas e de dupla embreagem equipada com modo de funcionamento para a terra.

A proposta da empresa é de oferecer um modelo de alto desempenho off-road e para o asfalto. A versão básica é vendida sem freios ABS e o novo controle de torque. O preço inicial é de 12 mil euros (aproximadamente R$ 43,8 mil). Ambas as versões apresentam um tanque com capacidade de 18,8 litros de combustível. A autonomia é de 400 quilômetros. A altura do assento tem medidas que oscilam entre 20 mm, variando de 850 mm a 870 mm.

A Honda afirmou que o novo câmbio de dupla embreagem é uma evolução em relação ao sistema das irmãs VFR 1200F e Crosstourer. Com ela, o condutor pode pilotar no modo 100% automático ou semiautomático, que permite a mudanças automáticas de marchas, acionadas pelo botão da manopla. O condutor também tem a opção de acionar o modo que ameniza o efeito de arrasto nas trocas de marcha.

Já o câmbio manual se baseia nos mesmos empregados nas motos 250R e 450R de motocross, ambas com embreagem antideslizante. O modo S permite que motor e câmbio trabalharem de forma mais esportiva, dividindo-se em três níveis: S1, S2 e S3. Segunda a Honda, o câmbio analisa a inclinação da motocicleta para melhorar o desempenho, principalmente na terra.

Após 3 das 4 vitórias seguidas do Rally Paris-Dakar, Africa Twin original chegou ao mercado em 1988 e se popularizou em todo o mundo. No seguinte, o modelo mais moderno, a XRV 750 Africa Twin foi apresentada com novidades, como o motor V-Twin de 742 cc, que gerava 61,2 cavalos de potência.

Por Ana Rosa Martins Rocha

Honda CRF 1000L Africa Twin

Honda CRF 1000L Africa Twin

Honda CRF 1000L Africa Twin

Fotos: Divulgação


Novo modelo começou a ser vendido no Brasil e tem preço sugerido de R$ 43.900.

No mês de março do ano passado, a Ducati Monster 821 foi anunciada para o Brasil. Na última sexta-feira (3) a montadora italiana iniciou oficialmente a venda do modelo no país. O novo modelo deverá substituir a Ducati Monster 793, e possui preço sugerido de R$ 43.900.

A fabricante italiana preparou um presente para os cinquenta primeiros clientes que adquirirem o novo modelo. No lançamento, a Monster 821 deverá contar com IPVA grátis. Além disso, no pagamento à vista haverá desconto de R$ 1.500, ou seja, o preço deverá ser de R$ 42.400.

A Ducati Monster 821 não deve deixar a desejar em relação às concorrentes japonesas. O modelo conta com motor de dois cilindros com 821 cilindradas, capaz de gerar 112 cv de potência máxima. Uma das grandes novidades do novo modelo é o sistema de refrigeração líquida, que possui maior eficiência se comparado ao sistema de refrigeração a ar.

Conta também com aceleração eletrônica e controle de tração de oito modos, como itens de série. O controle de tração é um sistema de segurança bastante utilizado em motocicletas vendidas fora do Brasil, e proporciona maior estabilidade em qualquer terreno, já que aproveita o máximo de tração exercida pelo motor.

A Monster 821 conta também com sistema de frenagem ABS com regulagem para três níveis, que evita que as rodas traseira e dianteira travem. O modelo possui peso de 205 Kg com todos os fluídos e combustíveis inclusos. Sobre o reservatório de combustível, o modelo pode armazenar até 17,5 litros.

A motocicleta deverá ser fabricada em Manaus, em parceria com a montadora Dafra. O novo modelo possui características semelhantes com a Ducati Monter 1200, que é sucesso no país. Além disso, a Ducati Monter 821 é considerada o modelo de entrada da empresa no país. Porém, esse posto não deverá durar muito, já que durante o evento Salão Duas Rodas 2015 a montadora italiana deverá apresentar o modelo Scrambler, que promete ser o melhor custo benefício do Brasil.

Por Wendel George Peripato

Ducati Monster 821

Ducati Monster 821

Fotos: Divulgação


Versão Marc Márquez tem preço sugerido de R$ 69.900 e versão tricolor, nas cores azul, vermelho e branco, tem preço sugerido de R$ 66.500.

A primeira semana de julho foi bastante agitada para o mercado das motocicletas, haja vista a Honda ter anunciado um grande lançamento. Trata-se do lançamento da nova CBR1000RR Fireblade linha 2015. Vale ressaltar que este era um dos lançamentos mais esperados para 2015 no segmento das motocicletas. O lançamento da Honda possui como grande inspiração o modelo RC213V, modelo esse que foi utilizado pela Repsol Honda Team no Mundial de MotoGP.

A grande novidade da Honda já se encontra disponível no mercado brasileiro e vem acompanhada de dois visuais diferentes. Um deles é a versão limitada “Marc Márquez”, que dispõe de visual exclusivo e possui preço sugerido de R$ 69.900. A outra opção é a versão tricolor: azul, vermelho e branco. A versão tricolor tem como inspiração a equipe Honda HRC e seu preço sugerido é de R$ 66.500. Os dois modelos serão importados do Japão.

O principal destaque desse lançamento será, sem sombra de dúvidas, a versão limitada “Marc Márquez”. Ao todo a versão irá contar com nada menos que 93 unidades disponíveis, uma homenagem ao número oficial do piloto espanhol que serviu de inspiração para este modelo.

É importante ressaltar que este lançamento da Honda é voltado para aqueles que curtem uma boa aventura e muita velocidade, pois se trata de um modelo da categoria superesportiva. A mesma dispõe de um motor de nada menos que quatro cilindros DOHC que possui 999,8 cilindradas. O motor conta com arrefecimento a líquido com 180,8 cavalos de potência a 12.250 rpm. O torque máximo do modelo é 11,6 kgfm a 10.500 rpm. Apesar de todo este equipamento a mesma pesa apenas 191 kg.

Um destaque bastante interessante desse modelo é o chassi de alumínio no estilo diamante. Outro detalhe muito importante é o garfo telescópico de 110 mm que se encontra disponível na dianteira. A traseira, por sua vez, é tipo Pró-Link e dispõe de curso de 138 mm.

A moto também possui muita segurança, haja vista os reios equipados com a tecnologia C-ABS. Caso não saiba, a tecnologia C-ABS é responsável pela união dos sistemas ABS e CBS.

Por Bruno Henrique

Honda CBR1000RR Fireblade 2015

Honda CBR1000RR Fireblade 2015

Fotos: Divulgação


Novo modelo contará com o sistema de abastecimento Blueflex, novo design para o painel de instrumentos e lanternas de cristal.

A fabricante japonesa de motocicletas Yamaha anunciou na última sexta-feira (26) a Lander XTZ 250 2016. O modelo passará a contar com o sistema de abastecimento Blueflex, que permite ao usuário utilizar gasolina, etanol ou os dois em conjunto.

A motocicleta mantem o design típico do segmento on/off-road.  A XTZ 250 Lander 2016 possui novo design para o painel de instrumentos e agora conta com lanternas de cristal. Além disso, o modelo 2016 possui algumas mudanças no grafismo.

O coração do modelo possui base no modelo atual, o motor monocilíndrico de 249,45 cilindradas é capaz de gerar 20,9 cavalos de potência com etanol e 20,7 com gasolina. Além disso, o cilindro é revestido por cerâmica, o que garante uma melhor dissipação do calor e resistência a danos.

O modelo Yamaha Lander conta com injeção eletrônica, que garante uma maior economia de combustível, e bom desempenho em baixas e altas rotações.

A Lander é uma boa opção para quem planeja aventurar-se por estradas de terra e dirigir com segurança na cidade.

O novo painel digital do modelo conta com iluminação LED na cor vermelho, autonomia de combustível e luz para o sistema BlueFlex. O indicador mostra qual o momento ideal para o motorista engatar a marcha. No caso do motorista engatar a marcha com a luz do indicador acessa, o motor deverá desligar automaticamente.

O modelo Yamaha Lander foi lançado em 2006, e desde então não houve grandes mudanças em seu design. O motor flex tem se tornado essencial na atualidade, tanto é que o sistema Blueflex equipa outros modelos da Yamaha, como a Fazer YS 250.

A Yamaha também apresentou o modelo urbano Fazer 150, que deve ganhar design mais esportivo na versão 2016.

A XTZ 250 deverá estar nas concessionárias a partir de julho de 2015, e o preço sugerido é de R$ 14.150. O modelo estará disponível nas cores azul, laranja, branco e cinza.

Por Wendel George Peripato

Yamaha XTZ 250 Lander 2016

Yamaha XTZ 250 Lander 2016

Fotos: Divulgação


Novos modelos serão comercializados em breve no Brasil. Preços sugeridos partem de R$ 5.999 para a Traxx TSS e de R$ 7.299 para a Traxx Fly.

Foi anunciado pela Traxx, empresa chinesa fabricante de motocicletas, os lançamentos de dois novos modelos de motocicletas, a Fly e a TSS, que em breve serão comercializadas aqui no Brasil. A Traxx, atualmente, está com uma fábrica instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM) e o lançamento dessas motocicletas por aqui faz parte de uma estratégia que a empresa está adotando, a fim de conseguir garantir uma parcela de consumidores no segmento das motocicletas de 150 cilindradas.

A estimativa da Traxx é que, em princípio, sejam fabricadas cerca de 30 mil motocicletas nessa fábrica em Manaus até o final deste ano de 2015, apesar dela declarar que tem plena consciência de que o setor de vendas de motocicletas está passando por uma crise.

Segundo as estimativas da empresa o modelo TSS 150cc será lançado oficialmente e começarão a ser comercializada nas concessionárias da empresa em todo país a partir do segundo semestre de 2015, ela virá ao mercado com o mesmo carburador que é utilizado no modelo Fly 150cc. A TSS 150cc foi projetada, exclusivamente, para os usuários que utilizam motocicletas no cotidiano como instrumento de trabalho. Quando começar a ser vendida nas concessionárias, ela será disponibilizada nas seguintes cores: vermelha, preta ou branca. O preço sugerido pela fabricante é de R$ 5.999, sendo que a TSS 150cc irá sair de fábrica com uma garantia de dois anos.

Também no segundo semestre a Traxx lançará a Fly 150cc, esta motocicleta oi projetada com a mesmo tecnologia e o mesmo chassi da sua irmã que possui 250cc, os atrativos desta motocicleta são alguns acessórios que a deixa ainda mais bonita, tais como, lanternas e piscas de LED, projeção do escapamento confeccionada em alumínio fosco, além disso, ela virá equipada de fábrica com o sistema de freio a disco nas duas rodas. O valor sugerido para comercialização dessa novidade será de R$ 7.299.

Por Adriano Oliveira

Traxx Fly

Traxx TSS

Fotos: Divulgação





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