As motociclaetas são o sonho de consumo da maioria dos jovens brasileiros, e curiosamente os acidentes com motos ultrapassam o índice de acidentes com automóveis. Existe relação entre o jovem, a moto e o aumento de acidentes?
A grande maioria dos jovens gosta muito de andar em alta velocidade (não todos, mas sim a grande maioria), por sua vez a motocicleta é um meio de transporte que oferce menos segurança do que o automóvel, juntam-se as duas coisas, o resultado é o aumento do número de acidentes. No entanto é bem verdade que há jovens que dirigem muito bem, e não gostam nenhum pouco de alta velociade e dirigir sem proteção, nesse caso o mérito é do jovem.
Não devemos generalizar dizendo que há mais acidentes de motos porque os condutores são jovens, a causa do acidente depende do motorista e não da sua faixa etária. Está na hora de acabar com esse preconceito!
Um dos itens que menos observamos em motocicletas no nosso dia a dia é a proteção contra fios de pipas, a famosa anteninha.
De custo bem baixo, por volta dos R$ 15,00, é um item de extrema necessidade para quem anda em zonas mais residenciais.
Vários acidentes são causados por descuidos das crianças que usam o “cerol” em linhas e estas ficam baixas, e se caso o motoqueiro não possua os equipamentos necessários para sua segurança, podem causar acidentes muito graves, senão mortais.
O uso de luva, jaquetas de couro, tênis e calca jeans também ajudam na prevenção de acidentes, que podem ocorrer mesmo usando de toda a perícia e cuidado.
Resultados mostrados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu:192), informam que os acidente envolvendo motociclistas está aumentando significativamente.
De janeiro a junho deste ano foram registradas 1.441 ocorrências, isso seria 30 % das chamadas recebidas, somente neste período.
A informação é que os acidentes ocorrem principalmente pela velocidade excessiva e a falta de respeito com o “cara do lado”. Na rua vale a lei o mais forte, informa o médico plantonista do Samu.
Na realidade,todos nós temos que ter plena consciência e saber que quando for colocar o “pé na estrada” é o bom senso e o respeito mútuo.
Para quem gosta de emoção, adrenalina e o vento batendo no rosto adquirir uma motocicleta é crucial, porém essa aquisição também pode tirar o sono de muitos pais.
Os acidentes motociclísticos por mais simples que sejam, para o piloto deixam marcas e fraturas que muitas vezes podem ser graves.
As leis e códigos de segurança para quem curte esse tipo de veículo estão, cada vez mais, tentando se adaptar a realidade do transito brasileiro.
Air-bags, antenas anti-pipas,coletes para quedas e vários outros métodos foram inventados para tentar proteger o piloto. Porém nem sempre isso adianta.
O bom -senso e o respeito com o próximo é quem ditam as regras na hora de botar o pé na estrada.
Todo mundo conhece pessoas que nunca mais andaram de motocicleta devido a um acidente com ou sem fraturas.
Mesmo um susto já pode acarretar a aposentadoria precoce de qualquer piloto, porem a persistência e o gosto por andar em duas rodas ainda fazem pessoas que sofreram graves acidentes continuarem admirando e praticando a paixão por motos.
Acidentes são comuns e alguns não podem ser evitados, mas isso também acontece com qualquer tipo de veiculo, seja carro, caminhonete, caminhões ou ônibus.
A prudência ainda é a melhor forma de evitar que o medo domine e afaste quem gosta da emoção única de pilotar motocicletas.
Você que tem moto certamente já percebeu: o seguro para moto é uma fortuna. Não é raro custar 1/3 ou até mesmo metade do preço da própria moto. Um verdadeiro absurdo!
Se você é alguém do bem, certamente tem dificuldade de entender o por quê. Mas não é tão difícil assim. Motos são mais fáceis de serem roubadas de carros. E de serem escondidas também. As autoridades corroboram este fato, e as estatísticas de roubo de motos são elevadas.
Não só isso. Motos são geralmente usadas para o trabalho. Nada contra motoboys (longe disso), mas há um risco maior quando o veículo é usado para entrega rápida de documentos e outros papéis, no meio do trânsito. Como os motoqueiros também costumam ser pessoas mais jovens, e pessoas mais jovens se envolvem em mais acidentes, as estatísticas de acidentes sobem (e o seguro também).
Claro, o texto não foi usado para condenar nenhuma categoria profissional nem mesmo a idade das pessoas envolvidas, até porque há pessoas na produção deste site que compartilham dessa realidade. O negócio é só desmistificar o por quê do seguro ser tão caro, sem ficar apontando culpados. Não vejo como realidades fáceis de mudar, mas é a vida.
Acidentes com Motos tem se tornado cada vez mais cotidianos.
Entre os anos de 1990 e 2006, o número de acidentes com motos aumentaram mais de 2000 %, passando de 300 mortes em 1990 para mais de 6 mil mortes em 2006. Assustador hein?!
Tendo em vista que as motos não possuem equipamentos protetores (parachoques, vidros, air bags, etc.), ao contrário dos carros, é quase que certeiro que um acidente possa provocar danos físicos aos envolvidos.
Hoje os acidentes com motocicletas representam boa parte dos traumas motores, e são capazes de modificar e muito a vida das pessoas.
Então, para você que curte pilotar veículos de duas rodas, cuide-se! Nem sempre você é o culpado, mas pode certamente ser prejudicado com imperícias alheias.