Conheça aqui as principais novidades da nova Honda CG 160 Cargo 2018.

Intitulada pela Honda como uma máquina de trabalhar, a Honda CG 160 Cargo chega ao mercado com novidades aos seus interessados compradores, a CG destinada especificamente para frete (motofrete) conta agora com freios do tipo CBS.

Item já presente em toda linha CG, com exceção da CG 160 Cargo até o momento, os freios do tipo CBS se tornaram uma alternativa utilizada pela Honda em detrimento aos tradicionais freios ABS, itens obrigatórios a partir de 2019, segundo regulamentação nacional vigente.

A Honda passou a usar este recurso primeiramente em 2016 na versão CG Titan, posteriormente em 2017 a maior parte da linha havia adotado, agora é a vez da CG 160 Cargo.

Os freios CBS (sigla de Combined Break System) é um sistema que distribui a força da frenagem de maneira equilibrada entre o eixo traseiro e dianteiro, dando maior segurança ao motorista na condução.

Diferenciais

Fora a adoção dos freios tipo CBS, a Honda CG 160 Cargo conta ainda com diferencias importantes para o segmento, dentre eles podemos destacar:

– Painel totalmente Digital com ótima visualização e indicadores parciais e totais tanto de combustível como hodômetro.

– Bagageiro com capacidade de transporte e carga de até 20 kg com acabamento cromado e preparado para fixação tanto de cargas, avulsas ou não, como também de baús adaptados aos diferentes usos do motorista.

– Rodas de cinco raios estilizadas de liga leve, garantindo além de leveza ao conjunto um design exclusivo e moderno.

– Novos freios do tipo CBS.

– Suspensões reforçadas com destaque para a suspensão dianteira, aliando conforto e melhor dirigibilidade na condução do dia a dia.

– Motorização com baixo consumo de combustível e alto rendimento de 160 cc, com injeção eletrônica e totalmente flexível, aceitando tanto gasolina como etanol em qualquer proporção.

Preços e Como Comprar

A Honda está vendendo a Honda CG 160 Gargo com o preço sugerido de R$ 8.990,00, sem a inclusão de frete ou seguro e sempre na cor Branca.

A garantia oferecida é de três anos, com troca de óleo grátis em sete revisões da moto, além do Honda Assistance 24 horas disponível, 365 dias do ano.

Maiores detalhes técnicos com um amplo catálogo fotográfico, inclusive com a possibilidade de preenchimento de uma ficha de interesse de compra, podem ser acessados no próprio site da Honda: www.honda.com.br, escolhendo o modelo Honda CG 160 Cargo na opção de modelos City/CG.

Principais Especificações Técnicas da Honda CG 160 Cargo

– Motor monocilíndrico com tecnologia exclusiva Flexone, arrefecido a ar de quatro tempos com 162,7 de cilindrada, potência de 14,9 cavalos a gasolina e 15,1 cavalos a etanol.

– Torque de 1,40 kgfm com Gasolina como combustível e 1,54 kgfm com Etanol como combustível, sempre a 6000 rotações por minuto.

– Sistema de partida elétrico.

– Relação de 9,5:1 de compressão.

– Curso e Diâmetro de 63 milímetros e 57,3 milímetros respectivamente.

– Transmissão de 5 velocidades.

– Alimentação por Injeção Eletrônica.

– Ignição Eletrônica.

– Bateria de 12 Volts e 4 Ah.

– Farol de 35 Watts.

– Tanque de combustível com capacidade para 16 litros (aproximadamente).

– Capacidade do óleo do motor de 1,2 litros.

– Chassi do Tipo Frame Diamond.

– Freio dianteiro a disco com 240 milímetros de diâmetro.

– Freio traseiro a tambor com 130 milímetros de diâmetro.

– Pneu dianteiro de 80/100.

– Pneu traseiro de 90/90.

– Peso de 119 kg (seco).

– Altura mínima do solo de 170 milímetros.

– Altura do assento do solo de 790 milímetros.

– Entre eixos de 1315 milímetros.

– Largura de 754 milímetros.

– Altura de 1085 milímetros.

– Comprimento de 2038 milímetros.

C.B


Confira aqui algumas dicas e cuidados que os motociclistas devem ter ao trafegar pelas ruas.

Alguns comportamentos por parte dos motociclistas no trânsito são capazes de irritar não somente os motoristas, mas aos próprios colegas motoqueiros. A vida em sociedade requer tanto que todos se atenham aos seus direitos quanto aos seus deveres, de modo que o máximo seja feito para o bem-estar coletivo e da urbanidade. Entre todos, só que às vezes em cima das duas rodas, alguns motociclistas parecem não se importar muito com esses princípios de boa convivência nas ruas. Mas que manias serão essas?

Em primeiro lugar, os motociclistas e seus escapamentos barulhentos e insuportáveis aos ouvidos de qualquer um. Sem contar a falta de respeito que um cano escandaloso na moto representa ao passar em frente aos hospitais, escolas e residências em horário convencional e nas demais vias depois das vinte e duas horas. Quem ainda acredita que um escapamento barulhento pode salvar vidas é conversa superada e não cabe em nenhuma circunstância.

A emissão de som para quem está à frente do motociclista é executada pela buzina, que por sua vez, é também muitas vezes utilizada de maneira equivocada pelos condutores, com aquela mania de abrir caminho com ela, em vez de alertar para alguma situação no trânsito ou para chamar a atenção de um motorista mais distraído. Sentindo-se muitas vezes como o dono das ruas, certos motociclistas lançam mão da buzina para avisar aos demais a intensidade de sua pressa.

Corredores não andarão mais rápido, se o barulho for maior, isso só irá causar mais estresse e indisposição no trânsito. Se o motociclista não é visualizado pelos demais condutores da via, o correto é se posicionar de modo que ele seja notado, isso funciona com a diminuição da velocidade e saída do ponto cego do carro à frente, reduzindo o risco de alguma colisão ou fechada brusca.

Outra mania inexplicável por parte de alguns motociclistas e a de acelerar a moto parada! Mais gasto de combustível, mais emissão de poluentes na atmosfera e menos tempo de vida do motor. As paradas adequadas consistem na moto em ponto morto e marcha lenta, nada mais do que isso. Respeito é bom e todo mundo gosta! Essa regra vale principalmente para o trânsito.

Flávia Alves Figueiredo Souza


Confira aqui os três modelos de moto mais velozes do mundo.

O brasileiro é apaixonado por carros e por motos também. E quando falamos de moto, naturalmente pensamos em velocidade. Com isso em mente, mostraremos para os leitores fãs de duas rodas as máquinas mais rápidas do mundo. Coloquem os cintos de segurança da imaginação e desfrutem dessa leitura super rápida. Sendo assim, embora os maiores donos de moto sejam da Ásia, os brasileiros também aparecem como um dos principais consumidores de motos do planeta.  Em todo caso, além de citar alguma dessa belezuras velozes, também explanaremos o fato de atualmente muitos clientes estarem priorizando a velocidade. Clauberson Rios, psicólogo e amante de motocicletas, disse que uma moto veloz é como um sonho feliz. Ele sonha em ter uma Harley Davidson, mas diz que ainda é cedo para comprar tal objeto de desejo. Moto e velocidade são praticamente sinônimos. Vamos ao que interessa.

Agora, portanto, destacaremos três motos rápidas:

– MV Agusta F4R312:

Essa é uma moto muito bela, de caráter esportivo e de cores bastante chamativas. Ela chega a mais de 312 quilômetros por hora. Ela já foi testada em muitas estradas e mostrou ser muito potente e eficaz.

– Suzuki Hayabusa:

É a segunda mais rápida do mundo, mas a primeira se levarmos em conta as motos usuais. Seu design é incrível, pois parece uma obra de cinema. A moto alcança 320 quilômetros por hora. Esta beleza é uma das máquinas de duas rodas mais desejadas e conhecidas do universo.

– MTT Turbine Superbike Y2K:

Esta moto é coisa de outro mundo. Com seus 370 quilômetros por hora, seu motor é tipo o de um carro e sua turbina é hiper potente. No mais, além de ser a moto mais veloz do mundo, ela também está no livro dos recordes e possui uma funcionalidade bem bacana. Também é, em termos de produção, a mais cara de todas.

Acreditamos que os leitores aceleraram suas mentes com essa matéria. E aí? O que me dizes dessas máquinas?

Oliver


Modelo é a primeira moto de média cilindrada da montadora. Ainda não foram divulgados os preços da motocicleta.

A grande fábrica alemã Bayerische Motoren Werke, também conhecida como BMW, lançou oficialmente na semana passada, dia 11 de novembro, na Europa, sua primeira moto de média cilindrada, a naked G 310 R. Segundo a BMW, trata-se de uma moto dinâmica, potente e leve. É uma versão da série, lançada em outubro, em São Paulo, a G 310 Stunt.

A empresa vem com essa novidade com o objetivo de atingir uma parte nova do mercado. A BMW quis dar ao modelo G 310 R uma maior versatilidade, já que seus usuários a utilizarão tanto na cidade quanto na estrada.

O nova moto tem 313 cilindradas de capacidade, possui apenas um cilindro e conta com comando duplo no cabeçote (DOHC) em suas 4 válvulas, refrigerado a água e injeção eletrônica de combustível. Um ponto interessante é a questão do motor ter um ângulo de inclinação para trás de 180 graus, o que deixa um grande espaço na parte da frente, onde se encontra o sistema de admissão. O motor a 7500 RPM de torque, 9500 RPM e 2,9 kgf.m atinge uma potência máxima de 34 cavalos. O peso do conjunto é de 158, 5 kg, resultando na relação entre peso-potência de 4,6 kg/cv.

O modelo foi desenvolvido na Alemanha e será produzido na Índia, também sendo montado na cidade brasileira de Manaus, o que está previsto para ocorrer no segundo semestre de 2016.

O chassi da versão é feito em tubos de aço. Na parte da frente a moto possui garfo telescópico invertido, enquanto que na traseira a moto conta com um único amortecedor e uma balança mais longa, que facilita a estabilidade da moto. Os freios ABS serão a novidade do modelo, onde na frente é equipada com apenas um disco de 300mm de diâmetro e na traseira disco de 240mm. As rodas são de 17 polegadas. O painel vem com uma tela de LCD para a apresentação de todas as informações necessárias.

O preço ainda não foi divulgado, mas segundo o diretor-geral da marca, será bem competitivo.

FILIPE RIBEIRO DA SILVA


Nova moto presta homenagem aos AMG GT da Mercedes Benz.

Apenas olhar para a nova moto MV Augusta F3 800 AMG já bastava. Ela já diz tudo, mas vamos encontrar as palavras e tentar falar sobre esta belezura.

A edição especial foi lançada em parceria com a Mercedes-Benz, no Salão de Frankfurt 2015. Porque parceria com a Mercedes? Bem, porque a Mercedes se tornou possuídora de 25% da MV Augusta em outubro do ano passado e porque decidiram prestar uma homenagem ao esportivo da montadora alemã, o AMG GT, isso também explica a MV Augusta ter abandonado suas cores clássicas, vermelha e prata, e ter mergulhado no amarelo e preto ao estilo “solar beam” (feixe de energia solar, em tradução livre), o mesmo nome do carro.

A F3 800 é da família 800 das motos da MV Augusta, que tem também as Brutale 800 e Rivale 800. De acordo com a montadora, a F3 800 vem com uma proposta bem definida ao usuário: dele ter a experiência de pilotar uma superesportiva de 1.000 cm³, mas com a condução de uma de 600 cm³.

Quer ver um pouco da descrição?

Motor de 3 cilindros, 12 válvulas, 7 cilindradas e 148 cavalos de potência. Câmbio de seis marchas com assistência eletrônica de troca de marcha e acelerador eletrônico, freios ABS (da Brembo – um disco dianteiro de 320 mm e um traseiro de 220 mm, pegos por pinças de quatro e de dois pitões) e controle de tração. Para-lamas em fibra de carbono, rodas pretas, costuras amarelas no banco (que dão um toque de estilo e exclusividade) e tampa de combustível no estilo de corrida. A moto tem 173 kg. Sua suspensão dianteira tem garfo telescópico hidráulico e amortecedores invertidos.

Infelizmente o  modelo não virá para o Brasil e custa, na Europa, 15.310 euros, algo em torno de R$ 68 mil.

MV Augusta:

A montadora italiana nasceu nos arredores de Milão, no ano de 1945. Nos anos 50 e 60 dedicava-se a fabricar motos de pequena cilindrada. Com o tempo começou a investir em motos maiores. É hoje um dos grandes nomes no segmento de supermotos.

Elia Macedo





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