Com o objetivo de voltar a fomentar as vendas de motocicletas, que caiu aproximadamente 30% no ultimo ano, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil irão liberar cerca de R$ 3 bilhões para linhas de credito de motocicletas no Brasil.
Alem de investimento, a isenção do COFINS também irá ajudar a conter os preços e até baratear os valores finais das motos.
Estas medidas irão ajudar ao setor de baixas cilindradas, que acumula quedas e tenta reverter a frequente e constante diminuição no número de motocicletas vendidas.
O mercado das motos sofreu nesse ano uma queda que atingiu significativamente todas as montadoras. Essa queda em vendas foi de 30 % em 2009.
De acordo com o presidente da Abraciclo, Paulo Shuiti Takeuchi, era esperado um aumento nas vendas nos últimos meses para revidar essa crise. Porém a dificuldade para obtenção de crédito influenciou drasticamente o mercado de duas rodas.
A procura até existe , porém a concretização da aquisição é o que falta, diz Takeuchi.
Para ajudar nessa queda sobre vendas, o presidente acredita, principalmente, nas taxas de juros menores, principalmente para as motocicletas de baixas cilindradas.
Mesmo assim as marcas continuam inovando, agora é esperar e ver como o mercado se retoma.
A DAFRA SUPER 100 é a opção certa de quem quer fugir do transito engarrafado, do transporte publico e quer mais agilidade e liberdade para ir e vir para onde bem entender.
Com um valor sugerido de R$ 2.990,00 é uma das motos mais baratas do mercado e seu motor 100cc garante alta economia e autonomia para sua jornada urbana.
Esta disponível nas cores preta, prata e vermelha e tem um desenho bem bonito em relação ao preço pago. A manutenção é barata e a resistência é bastante elogiada entre os usuários.
Para quem não exige potencia e um estilo esportivo chega a ser a melhor opção para o dia-a-dia.
Pela facilidade com que são furtadas, roubadas e envolvidas em acidentes e assaltos, as motos viraram um problema na cabeça de muitos proprietários na hora de proteger o veículo.
Isso ocorre porque a maioria das seguradoras não faz seguro para a grande maioria das motocicletas que rodam por aí (as de baixas cilindradas, mais leves), que são justamente as mais vendidas e mais usadas pelos bandidos em assaltos. As seguradoras que fazem estipulam valores absurdos, de maneira que poucos têm coragem de fechar o negócio.
O seguro só é feito para as motos 0 km, feito pela própria concessionária, na maioria das vezes sem garantia de renovação. Acesse http://www.seguramente.pt/simulacoes/particulares/motos/ e simule o valor do seguro de sua moto nova ou usada.
Foi sancionada hoje, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei que vai regulamentar as profissões de motoboy, mototaxista e motovigia. A lei foi sancionada com um veto no parágrafo que dispõe sobre o serviço de motovigilância.
A justificativa para o veto, segundo Márcio Fortes, ministro das Cidades, é que a definição da atividade de motovigilância deve ser assunto na relação contratual e não na lei.
Dentre outras determinações, como a utilização de equipamentos de segurança, a nova lei estabelece que as profissões de motoboy, mototaxista e motovigia só poderão ser exercidas por pessoas com 21 anos completos, dois anos como condutor de motocicleta e habilitação em curso especializado, a ser regulamentado pelo Contran. O prazo para que sejam feitas as adequações é de 365 dias.
Segundo a Fenamoto (Federação dos Mototaxistas e Motoboys do Brasil), 1 milhão de trabalhadores serão legalizados.
O Codetaf (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) autorizou no dia 27 de maio uma linha de crédito para o autônomo que utiliza a moto como instrumento de trabalho.
A linha de crédito é de 100 milhões, e apenas para veículos de duas rodas até 150cc. O financiamento pode ser de até 100% do valor da moto, respeitando o valor de até R$8.500. O financiamento pode ser feito apenas no Banco do Brasil e na Caixa Econômica e as taxas de juros são de 1% ao mês em até 24x, 1,46% ao mês até 36 meses, e 1,90% ao mês até 48x.
Este projeto tem como intenção melhorar a condição de trabalho do segmento e renovação da frota, já que se destina apenas a moto zero quilômetros e equipados com itens de segurança regularizados pelo Contran.
É o que estão fazendo em muitas estradas federais. Alguns acham justo, outros não.
Mas… motos agridem o asfalto? por que pagariam pedágio?
As companhias que administram as rodovias afirmam que o número de acidentes com motos tem aumentado bastante nos últimos anos, fazendo com que a cobrança seja uma obrigatoriedade.
Acidentes com Motos tem se tornado cada vez mais cotidianos.
Entre os anos de 1990 e 2006, o número de acidentes com motos aumentaram mais de 2000 %, passando de 300 mortes em 1990 para mais de 6 mil mortes em 2006. Assustador hein?!
Tendo em vista que as motos não possuem equipamentos protetores (parachoques, vidros, air bags, etc.), ao contrário dos carros, é quase que certeiro que um acidente possa provocar danos físicos aos envolvidos.
Hoje os acidentes com motocicletas representam boa parte dos traumas motores, e são capazes de modificar e muito a vida das pessoas.
Então, para você que curte pilotar veículos de duas rodas, cuide-se! Nem sempre você é o culpado, mas pode certamente ser prejudicado com imperícias alheias.