BMW lançou no Salão de Colônia 2 novos modelos de motos com a mesma base da Scrambler.

No dia 04 (terça-feira) a BMW fez o lançamento, na abertura do Salão de Colônia (Intermot 2016), na Alemanha, de seus novos modelos de motocicleta em duas versões, ambas com a mesma base da Scrambler, apresentada no Salão de Milão em 2015.

O modelo RACER, que adota a carenagem e a rabeta relembrando como eram as motocicletas nos anos 70, com meia carenagem, sede corcunda, assento único, guidão baixo, e os pés mais atrás. O modelo transmite uma sensação de old-school projetada para diversão de passeios simples como em estradas sinuosas e uma pintura que remete a da clássica BMW Motorsport. Segundo a montadora, o preço será de 13.300 euros.

  • As duas versões vem com motor boxer arrefecido a óleo de 170 cc de dois cilindros e uma potência de 110 hp combinado com transmissão de 06 velocidades, atendendo aos requisitos EU4 de emissão de poluentes.
  • Rodas de liga leve de cinco raios, 3,5×17 (dianteira) e 5,5×17 (traseira), 320 mm de freio a disco duplo na frente, e ambas com freio ABS de série.
  • Estrutura modular, podendo personalizar, permitindo assim a individualização a gostt do comprador.
  • Opção de ASC (Controle de Estabilidade automática).
  • Suspensão com um garfo de 43 milímetros RWU.
  • Tanque de 17 litros.
  • A distância entre eixos é de 1.491 e o ângulo da cabeça é de 63,6º.

Também chama atenção o cockpit com dois instrumentos analógicos circulares, cada um com um pequeno painel de LED para o computador de bordo, mostrando a velocidade média, consumo de combustível, posição da engrenagem, distância da viagem e intervalos de serviços. Se o dono quiser carregar um garupa, existem opções de peças genuínas para acoplar na moto.

O modelo Pure, uma naked mais simplista, é um projeto que une estilos clássicos e modernos de motocicletas, com a mistura entre o preto e o cinza, principalmente no tanque de combustível e no para-lamas cinzas com a suspenção e o drivetrain pretos, caracterizando seu DNA purista, misturando o clássico com o dinâmico.

Também havia expectativa da montadora lançar um modelo de baixa cilindrada, mas parece que ficou mesmo para o Salão de Milão, na Itália, em novembro.

Por Jefferson Silva

BMW R NineT


Confira aqui algumas dicas e cuidados que os motociclistas devem ter ao trafegar pelas ruas.

Alguns comportamentos por parte dos motociclistas no trânsito são capazes de irritar não somente os motoristas, mas aos próprios colegas motoqueiros. A vida em sociedade requer tanto que todos se atenham aos seus direitos quanto aos seus deveres, de modo que o máximo seja feito para o bem-estar coletivo e da urbanidade. Entre todos, só que às vezes em cima das duas rodas, alguns motociclistas parecem não se importar muito com esses princípios de boa convivência nas ruas. Mas que manias serão essas?

Em primeiro lugar, os motociclistas e seus escapamentos barulhentos e insuportáveis aos ouvidos de qualquer um. Sem contar a falta de respeito que um cano escandaloso na moto representa ao passar em frente aos hospitais, escolas e residências em horário convencional e nas demais vias depois das vinte e duas horas. Quem ainda acredita que um escapamento barulhento pode salvar vidas é conversa superada e não cabe em nenhuma circunstância.

A emissão de som para quem está à frente do motociclista é executada pela buzina, que por sua vez, é também muitas vezes utilizada de maneira equivocada pelos condutores, com aquela mania de abrir caminho com ela, em vez de alertar para alguma situação no trânsito ou para chamar a atenção de um motorista mais distraído. Sentindo-se muitas vezes como o dono das ruas, certos motociclistas lançam mão da buzina para avisar aos demais a intensidade de sua pressa.

Corredores não andarão mais rápido, se o barulho for maior, isso só irá causar mais estresse e indisposição no trânsito. Se o motociclista não é visualizado pelos demais condutores da via, o correto é se posicionar de modo que ele seja notado, isso funciona com a diminuição da velocidade e saída do ponto cego do carro à frente, reduzindo o risco de alguma colisão ou fechada brusca.

Outra mania inexplicável por parte de alguns motociclistas e a de acelerar a moto parada! Mais gasto de combustível, mais emissão de poluentes na atmosfera e menos tempo de vida do motor. As paradas adequadas consistem na moto em ponto morto e marcha lenta, nada mais do que isso. Respeito é bom e todo mundo gosta! Essa regra vale principalmente para o trânsito.

Flávia Alves Figueiredo Souza





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