Confira aqui a lista com as motos mais vendidas no país neste primeiro semestre de 2017.

Se você gosta de andar de moto e tem interesse pelo assunto, confira aqui quais foram as motos mais vendidas no primeiro semestre de 2017.

Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), comparando a quantidade de motos vendidas nos primeiros seis meses desse ano com o volume de vendas do mesmo período no ano passado, houve redução em 21,1%.

No ranking de marcas, aquelas que mais venderam foram: Dafra, em quinto lugar com 3.689 unidades nos seis meses de 2017; a Suzuki, que ocupa a quarta posição com 3.964 motos vendidas; a Shineray em terceiro lugar com mais de 8 mil unidades; a Yamaha é a marca vice-campeã em vendas com mais de 56 mil unidades e a campeã é a Honda com 334 mil motos vendidas.

Na categoria utilitárias urbanas, City, os seguintes modelos foram os mais vendidos:

  1. Honda CG 160 com mais de 115 mil unidades;
  2. Honda CG 125 com mais de 14 mil motos vendidas;
  3. Honda CB 250 Twister, que vendeu mais de 11.395;
  4. Yamaha versão Factor 150 com mais de 11.316;
  5. Yamaha Fazer 150 com um pouco mais de 5 mil unidades comercializadas.

Já na categoria Scooter, a mais vendida foi a Honda PCX 150 com mais de 12 mil unidades, seguida da Yamaha versão NMax com mais de 4 mil. A Yamaha Neo 125 ocupa a terceira posição e a Dafra Citycom 300i a quarta colocação.

Dentre as motos Naked alta cilindrada, as campeãs em venda foram a Honda CB 500F e a Yamaha MT-07. Por sua vez, a Yamaha XJ6 ficou com o terceiro lugar, seguida da Honda CB 650F e da Yamaha MT-09 – 373.

Se você prefere as do tipo Cub, confira o ranking das que mais venderam esse ano: Campeã – Honda Biz, Vice-campeã – Honda Pop 110i, Terceiro lugar – Shineray XY, Quarta posição – Traxx versão JL50 e a última posição do Top 5 é ocupada pela Honda Pop 100.

O top 3 da categoria naked baixa cilindrada é composto pelos seguintes modelos: Yamaha versão MT, depois o Kawasaki Z300, seguido do KTM 200 Duke.

Na categoria Trail a moto que mais foi vendida foi a Honda Bros 160. Já no tipo aventureiro foi a moto BMW R 1200 GS.

Melisse V.


Modelo custa R$ 21 mil e as reservas poderão ser feitas pela Internet.

A BMW deu início nesta semana à pré-venda da G 310 R, que é sua primeira moto de baixa cilindrada no país. Segundo informações divulgadas pela empresa, as reservas poderão ser realizadas via internet e serão válidas para as 100 primeiras unidades da moto.

O valor do modelo urbano é de R$ 21.900, sendo o primeiro de baixa cilindrada da BMW no Brasil e sua montagem acontece em Manaus. No segundo semestre deste ano, as primeiras unidades chegarão às concessionárias.

Também está prevista para 2017 a expansão da linha de motores menores da BMW, com a chegada da moto G 310 GS.

Além de se apresentar como uma opção com menor cilindrada, a G 310 R é mais barata, com o preço mencionado, o modelo está longe do antigo modelo mais barato da montadora, a F 800 R, cujo valor R$ 43.900, que também é o mesmo preço da F 700 GS.

A base de produção da G 310 R está na Índia e lá a fabricação se dá em conjunto com a indiana TVS. É de lá que as peças são enviadas para a montagem no Brasil. Para produzir esse modelo e outros, foi feito um novo investimento na fábrica de Manaus, no valor de 4 milhões de euros.

A G 310 R chega ao país em uma faixa de cilindrada que possui modelos como Honda CB Twister e Yamaha Fazer 250. Contudo, o foco da BMW deve ser uma faixa de consumidores que buscam modelos mais premium, como Yamaha MT-03, KTM 390 Duke e Kawasaki Z300.

O motor desse modelo é um inédito monocilíndrico de 313 cc, com refrigeração líquida, apresentando duplo comando de válvulas e injeção eletrônica. Segundo as informações da BMW, chega até a 34,4 cavalos de potência e 2,85 kgfm de torque.

Sendo o responsável por empurrar os 158,5 quilos da motocicleta, o novo propulsor traz um cilindro voltado para trás e cabeçote rotacionado a 180 graus, permitindo maior agilidade à moto, de acordo com a montadora.

A suspensão dianteira é do tipo invertida, bastante comum nos modelos que possuem maior cilindrada. Os freios são a disco em ambos os eixos, sendo ABS e de série na G 310 R.

Iris Gonçalves


Scooters da marca estão sendo comercializadas como premium e custam mais de R$ 20 mil.

Em seu retorno ao mercado brasileiro, a Vespa já estabeleceu o valor de duas de suas scooters. Ambos modelos serão comercializados simultaneamente pelo site da empresa.

O modelo Primavera 125 cc sairá a partir de R$ 22.890, enquanto a Primavera Série Histórica 150 cc estará disponível por R$ 27.930. Já é possível reservar sua motocicleta na página da companhia.

A empresa afirma a entrega do produto para qualquer região do país. Dando uma entrada de 30% do valor inicial, o restante poderá ser quitado pelo comprador posteriormente em até 36 parcelas.

Em sua volta para o Brasil, a Vespa deixou mais que claro o objetivo de colocar a marca no patamar premium entre os scooters. Tendo como embaixador da marca no Brasil o ator Caio Castro e o preço de um modelo nada convencional são pontos que confirmam o indício de que “as vespinhas” serão comercializadas com um conceito diferente dos seus modelos similares.

O líder no mercado de scooters, a Honda PCX 150, é vendida na faixa dos R$ 10.000. Existem outros modelos mais baratos que rodam na casa dos sete mil reais, como a Honda Lead e a Yamaha Neo. Já a Dafra, concorrente direta da Vespa nesse segmento, investe também em um visual mais retrô, com o SYM Fiddle III, vendido por R$ 11.390.

O retorno da montadora italiana é conciliado com a parceria ao grupo de investimentos Asset Becley. A fabricante também estará vendendo em lojas físicas outros modelos. Inauguradas em 22 de outubro, às lojas em São Paulo e Campinas já estão em plena atividade.

Por enquanto, as motocicletas serão importadas. Atualmente a marca já comercializa os modelos Sprint 150, GTS 300, 946 Emporio e Armani 150, além da série Primavera. Ambos modelos podem ser encontrados nas concessionárias denominadas “boutiques” pela empresa. Na intenção de estabelecer um visual mais forte para a marca, o presidente da Piaggio Brasil, Longino Morawski, afirma que as boutiques sempre serão charmosas e elegantes.

Já existe a previsão por parte da empresa que a motoneta passe a ser produzida no Brasil em 2018. Visto que a Vespa já busca algumas parcerias com montadoras situadas no país.

Por Denisson Soares





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