Modelo chega ao mercado deixando boas impressões.

Dentro do segmento, o valor de 8.250 reais para a scooter é considerado o mais acessível desta marca, de modo que basta para se popularizar este tipo de veículo aqui no Brasil. O modelo Elite consiste em uma moto ágil que pode transitar na cidade. Sua limitação está nas rodinhas que sofrem na buraqueira.

Avançando para além dos modelos anteriores, a Honda lançou neste momento o Elite 125 no Brasil. Trata-se de um modelo que consiste na alternativa mais barata produzida pela empresa, neste segmento. Oficialmente ela custa 8.250 reais. A concorrência é direta com o Yamaha Neo 125, comercializado por 8.290 reais.

Alguns atributos do modelo Honda Elite 125:

O consumo é superior a 50 km/l; as rodas são de 12 polegadas na dianteira e de 10 polegadas na traseira; na parte dianteira está munida de garfo telescópico de 90 mm; na parte traseira ela é monoamortecida em 70 mm; o peso oficial é de 104 kg; seu sistema de Freios é CBS, ou seja, em disco na dianteira e em tambor na roda traseira; além de contar ainda com farol de luz Led.

Dado o retorno das scooters no mercado em 2018, estes veículos continuam ganhando bastante espaço, sendo que a meta da Elite está em popularizar ainda mais esse tipo de moto no território brasileiro.

De acordo com alguns especialistas, os testes sobre esta moto foram bastante satisfatórios, apesar de algumas limitações.

Ao longo de alguns trechos de asfalto irregular; sobre os paralepípedos e quando cruza os trilhos férreos em deslocamentos, o Honda Elite apresentou limitação em termos de rodas, que sofrem um pouco sobre as irregularidades e buracos nas pistas. Entretanto, está limitação, devido às rodas de menor porte, é tolerável, dada as suas suspensões curtas, de 90 mm na roda dianteira e de 70 mm na roda traseira.

Mesmo assim, embora compactos, os seus amortecedores estão munidos de um eficiente ajuste, ou seja, eles não são nem muito flexíveis e nem muito inflexíveis. Portanto, nessa qualidade específica o veredito geral é o de que o Honda Elite foi aperfeiçoado ao longo do tempo, em um processo evolutivo bastante eficiente, em relação ao tipo Lead, embora não seja possível esperar que seu desempenho seja melhor que o de uma Trail, sobre os pavimentos mais irregulares.

Entre outros atributos destacáveis deste modelo, seguem:

O modelo Honda Elite 125 está munido de bom motor. Trata-se de um projeto inteiramente novo, munido de 1 cilindro e apresenta desempenho de 124,9 CC, operando em conjunto com o câmbio tipo CVT automático. A sua potência máxima pode atingir a escala de 9,34 CV, com o torque final registrando a escala de 1,05 KGFM.

Ao longo dos testes, em certos momentos, ao pilotar o Elite 125, é possível ter a sensação de se estar em uma bicicleta, porém, esta impressão não é tão intensa, dada a falta dos pedais. Resumindo: o Elite consiste em um scooter de tipo plataforma, dentro do qual existe espaço para colocar os pés, com folga, sobre o assoalho.

Todo piloto pode se posicionar de modo bastante confortável, mesmo para uma pessoa que tenha mais de 1,80m de altura. A moto é, de certa forma, ajustável ao seu proprietário. O Honda Elite agrada em sua condução, tornando-se uma opção muito mais ágil para se rodar entre os centros urbanos.

É clássica, é pequena e ágil. É atraente e estilosa. Este tipo de moto tornou-se famosa até nos cinemas.

Paulo Henrique dos Santos


Confira aqui os prós e contras da nova Yamaha Lander 250 ABS 2019.

A Yamaha Lander 250 está entre as motocicletas de grande sucesso na história da marca no território brasileiro, batendo a marca de 103 mil unidades emplacadas. Fabricada no ano de 2006 de maneira específica para o Brasil, tendo uma proposta de transitar tanto no asfalto quanto na terra, o modelo apareceu como uma alternativa para brigar com a Tornado 250, modelo da Honda, e depois com o modelo XRE 300.

Com o peso da idade, a moto passou recentemente por uma das maiores alterações de toda sua vida, indo para a segunda geração, assim como ocorreu com sua moto urbana, Yamaha Fazer 250. A péssima notícia é o fato de que ao lançar a XTZ 250 Lander na linha 2019, o modelo Ténéré 250 acaba por sair de linha, a qual integrava a família on/off-road das 250 cc da fabricante.

Embora tenha escolhido manter somente um dos modelos, a marca japonesa não deixou de lado a Ténére 250 e diversas características desta acabaram sendo transferidas para este lançamento. Sendo um misto de Lander com Ténéré.

Ainda que não tenha definido o preço, a moto já irá desembarcar nas concessionárias do Brasil ainda no mês de janeiro de 2019, na segunda quinzena.

Elementos importantes na nova Lander 250 linha 2019:

  • De série com freio ABS, porém, somente em sua roda dianteira
  • Visual novo, tendo a XT 660R como inspiração
  • Aumento no volume do tanque em 11 litros, atingindo a marca de 13,6 litros
  • Luzes passaram a ter tecnologia LED
  • Elevação de seu peso total, aumentando em 10 kg, passando a ter 143 kg
  • O propulsor continuou sendo o mesmo, gerando uma potência de 20,9 cavalos
  • O painel também se manteve, porém, recebeu indicadores novos
  • Banco em dois níveis, agora é mais largo
  • Guidão, assento e escapamento foram alterados
  • As suspensões foram encurtadas um pouco
  • Suspensões e chassi foram modificados

Deixou de ter design de trilheira

Somente o modelo Lander 250 possuía uma utilização mista eu mantinha uma cara de trilheira, quando se tratava no mercado das 250/300. Assim que a Tornado saiu de cena, a Honda XRE 300 já foi lançada com um design mais de aventureiro e, por fim, a Lander acabou ficando mais moderna.

A Yamaha deu o recado de forma clara, de que a inspiração para este lançamento adveio da XT 660R, que é uma das motocicletas mais clássicas da marca, só que não está mais no mercado.

Fazendo uso de novas carenagens que envolvem seu tanque, farol redesenhado na dianteira e para-lama mais bicudo na frente, é de fato fácil identificar os elementos da antiga XT neste lançamento. A nova Lander 2019 está encorpada, até parecendo uma moto que possui um moto de cilindrada maior.

Entretanto a moto também teve uma dose de estilo da Yamaha Crosser 160 , ainda mais em seus grafismos coloridos. Mais sobriedade neste arranjo poderia deixar a Lander muito mais parecida com a XT 660R.

Na sua parte de trás, há também um visual totalmente novo e bem mais moderno, equipada com uma lanterna que remete a Fazer atual, que por sinal suas lâmpadas de posição agora são em tecnologia LED. Além disso, suas alças de garupa passaram a ser mais confortáveis e ter mais robustez.

As alterações ainda seguem com o assento novo que deverá ser muito querido pelos motociclistas que ficaram órfãos da Ténéré 250. Aquele banco reto da Lander antiga já era, com uma pegada off-road. Neste lançamento o banco vem mais anatômico e mais largo, com dois níveis, o que traz muito mais conforto para os ocupantes da motocicleta, que inclusive reclamavam muito do antigo banco, por ser seco e fino demais. O guidão é novo também e deixou os braços do piloto mais relaxados.

FILIPE R SILVA





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