Modelo deverá ter autonomia para 100 ou 200 km.

A Vespa apresentou o seu primeiro modelo elétrico de scooter: a Elletrica, no Salão de Milão 2017, na Itália. No evento, a versão final foi apresentada, depois que apareceu como “conceito” em 2016. Mantendo um visual clássico, o lançamento é considerado a principal revolução na história da marca e a previsão é que a Elletrica chegue às concessionárias da Europa ano que vem.

Porém, no Brasil ainda não tem previsão de vendas, mas a marca atua no País desde 2016 por meio do grupo Piaggio. O preço ainda não está definido, mas a Elletrica na versão de entrada tem autonomia de 100 Kms e na versão Elletrica X de 200 Kms , além de um gerador que auxilia o motor elétrico. Para recarregar a bateria completamente, é necessário 4 horas. A potência máxima da Vespa elétrica é de 5,5 cavalos.

Outra novidade é que a BMW também apresentou o seu primeiro scooter de baixa cilindrada: o C 400 X, que tem um motor de 350cc de um cilindro, que alcança 34 cv. Pesando 204 kg, a scooter tem um quadro tubular com suspensão dianteira de 35 mm e também duplo amortecedor na parte traseira.

Os travões dianteiros do C-400X são duplos discos de 265 mm com pinças, que têm 4 pistons. Outro destaque é para o painel de informações TFT a cores, que conta com 6,5 polegadas. A moto é ideal para andar nas grandes cidades de forma rápida e eficaz.

A Yamaha também lançou na Itália a sua primeira moto de alta cilindrada com três rodas, sendo duas dianteiras. O modelo foi batizado de Niken e será vendido no mercado europeu. O preço ainda não está definido, mas as vendas serão feitas apenas por internet, por enquanto.

A tecnologia de três rodas, já foi empregada em outras scooters e o objetivo é fornecer segurança e estabilidade nas curvas. A Niken conta com motor de 3 cilindros da MT-09 e também 847 cc de cilindrada. Também acompanha freios ABS, controle de tração e um diferencial: quick shilfter, que é um assistente eletrônico, que deixa a troca de marcha mais rápida ao eliminar o uso da embreagem, facilitando o controle por parte do motorista.

Outra marca que apresentou a sua novidade foi a Kawasaki, que lançou o modelo Ninja H2 SX no Salão de Milão, que expande a linha de motos que tem o motor supercharged e pode alcançar até 210 cavalos de potência.

Na Itália, a Ducati apresentou o seu novo modelo de moto: Panigale V4, esportiva e que conta com 214 cavalos de potência. A V4 foi feita para a substituir a Panigale 1299 S, com 205 cavalos. É a primeira vez que a Ducati investe e aposta em um motor de 4 cilindros e será vendido a partir de 22.590 euros.

Com design esportivo, a V4 mantém a tradicional leveza nas suas versões. Por exemplo, na versão de entrada a moto pesa apenas 198 Kg e para S e Speciale 195 Kg. Outro destaque é que a V4 conta com vários sistemas eletrônicos como o de frenagem com derrapagem controlada. Também tem ABS para as curvas, quick – shift para subir e descer as marchas, modos de pilotagem e controle de tração. A V4 tem um desenho novo e tanto o motor quanto o chassi conta com a tecnologia da MotoGP.

No Salão de Milão, a Honda também apresentou a nova geração da CB1000R, que foi totalmente reformulada e aderiu a um visual mais retrô. Entre as principais novidades, estão o acelerador eletrônico e 3 modos de pilotagem. Além disso, a embreagem é assistida e a moto conta com sistema de anti-deslizante, que evita o seu travamento e fornece mais segurança para o piloto. O motor tem 4 cilindros e 998 cc.

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Por Babi


Scooters da marca estão sendo comercializadas como premium e custam mais de R$ 20 mil.

Em seu retorno ao mercado brasileiro, a Vespa já estabeleceu o valor de duas de suas scooters. Ambos modelos serão comercializados simultaneamente pelo site da empresa.

O modelo Primavera 125 cc sairá a partir de R$ 22.890, enquanto a Primavera Série Histórica 150 cc estará disponível por R$ 27.930. Já é possível reservar sua motocicleta na página da companhia.

A empresa afirma a entrega do produto para qualquer região do país. Dando uma entrada de 30% do valor inicial, o restante poderá ser quitado pelo comprador posteriormente em até 36 parcelas.

Em sua volta para o Brasil, a Vespa deixou mais que claro o objetivo de colocar a marca no patamar premium entre os scooters. Tendo como embaixador da marca no Brasil o ator Caio Castro e o preço de um modelo nada convencional são pontos que confirmam o indício de que “as vespinhas” serão comercializadas com um conceito diferente dos seus modelos similares.

O líder no mercado de scooters, a Honda PCX 150, é vendida na faixa dos R$ 10.000. Existem outros modelos mais baratos que rodam na casa dos sete mil reais, como a Honda Lead e a Yamaha Neo. Já a Dafra, concorrente direta da Vespa nesse segmento, investe também em um visual mais retrô, com o SYM Fiddle III, vendido por R$ 11.390.

O retorno da montadora italiana é conciliado com a parceria ao grupo de investimentos Asset Becley. A fabricante também estará vendendo em lojas físicas outros modelos. Inauguradas em 22 de outubro, às lojas em São Paulo e Campinas já estão em plena atividade.

Por enquanto, as motocicletas serão importadas. Atualmente a marca já comercializa os modelos Sprint 150, GTS 300, 946 Emporio e Armani 150, além da série Primavera. Ambos modelos podem ser encontrados nas concessionárias denominadas “boutiques” pela empresa. Na intenção de estabelecer um visual mais forte para a marca, o presidente da Piaggio Brasil, Longino Morawski, afirma que as boutiques sempre serão charmosas e elegantes.

Já existe a previsão por parte da empresa que a motoneta passe a ser produzida no Brasil em 2018. Visto que a Vespa já busca algumas parcerias com montadoras situadas no país.

Por Denisson Soares


Modelo chega ao país mais moderno, mas com o mesmo charme e estilo de sempre.

Quem nunca imaginou-se pilotando uma Vespa em uma estrada à beira-mar com uma garota na garupa? Ou mesmo um agradável passeio boêmio a qualquer dos bares do centro da cidade.

Acredito que vocês pensaram nestas cenas no momento. É nesta concepção retrô que muitos, inclusive eu que gosto da moda vintage, podemos realizar este sonho – do que é antigo com uma pitada de modernidade.

Isto porque a Vespa será, a partir de segunda-feira (10), relançada no Brasil com alguns elementos tecnológicos modernos, mas com o mesmo charme e design que conquistou milhões de pessoas pelo mundo. No Brasil não foi diferente. Na década de 1980, muitos exemplares desta moto foram vendidos por causa de seu preço acessível e pela facilidade de uso. Além de que era possível andar sobre duas rodas e não sujar-se enquanto pilotava.

A empresa criadora da Vespa, a Piaggio, fundada em 1884, em comemoração aos quatro séculos de existência, lançará o modelo 946 Emporio Armani 150, que traz em seu design elementos futuristas sem perder a essência mostrada ao mundo, em 1946.

Imaginem vocês, estão em um Café e entre um gole e outro, vossos olhos perpassam por uma destas motos. Esta é a ideia do presidente do Grupo Piaggio Brasil, Longino Morawski. Portanto, muita atenção, não haverão concessionárias, mas lojas instaladas em espaços como estes: cafeterias e shoppings. As inaugurações das primeiras lojas físicas estão previstas para o dia 22 de outubro, nos shoppings Iguatemi, no de São Paulo e no de Campinas. Além destas duas, a empresa prevê a inauguração de mais seis lojas pelo país ainda este ano.

São quatro séries das quais serão lançadas: a Primavera 150, que será vendida a partir do dia 10, segunda-feira, pela internet – ao todo são mil unidades do modelo; a GTS 300, com freios ABS e sistemas de controle de tração ASR; a Sprint 150 e também a Primavera 125. Além do modelo comemorativo, 946 Emporio Armani.

Se a Lego reinventou-se para sair da crise, a Piaggio reinventou em nós a necessidade de sairmos da crise e o porquê de se ter uma Vespa: em uma Itália pós segunda guerra, onde a economia estava defasada e o país aos escombros, a fábrica desenhou um modelo prático e simples para a locomoção em ruas entulhadas. O baixo nível de custo e preço tornou-a uma necessidade aos cidadãos e, logo, em toda a Europa. No Brasil, a pequena scooter foi bem recebida no período pós ditadura – mais uma vez seu sucesso deu-se ao momento econômico, mas agora em nosso país.

Sabemos da situação de nossa economia atual. Portanto, adquirir uma Vespa não é uma ideia desditosa.

Marcel Alessandro Venâncio





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